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Mansão Borg, terceira aventura de Robert Sax, chega em fevereiro de 2018

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Escrito por PH
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vxzsss-fs-safs-fsfsf-sfE aqui estou eu, mais uma vez, para falar de um de meus personagens preferidos, inspirado na BD Linha Clara de Blake e Mortimer. Falo de Robert Sax, cujo volume 1, Nucléon 58, saiu em fevereiro de 2015. A edição levou a marca da francesa Delcourt e foi desenhada por Louis Alloing (La Marque Jacobs). Já o texto é de Rodolphe (Trent), velho parceiro de LEO, brasileiro que faz sucesso com Kenya, Namíbia, Amazônia, Os Mundos de Aldebaran, Centaurus, Antares, Survivants e outras séries de ficção científica que proliferam na França. As cores de Nucléon 58 ficaram por conta de Drac.

Nesse primeiro tomo da saga, conhecemos Robert Sax, um dono de oficina mecânica na Bélgica, em 1956, que parece não estar muito interessado no negócio que herdou do pai. Ele passa pouco tempo no lugar e, sempre que pode, delega todo o poder a um funcionário em que confia, sobrecarregando-o com trabalho. De um dia para outro, Robert se vê metido num intrincado caso de espionagem que envolve agentes romenos. Estes procuram roubar os segredos de um moderno automóvel americano, movido a energia atômica, o Nucléon 58. Quando Boon, amigo mais próximo de Sax e proprietário de uma livraria, é sequestrado pelos romenos, o desiludido homem de negócios automobilísticos entra com tudo no caso. E o melhor de tudo é que tenho esse quadrinho aqui, o único que consegui da série! Posso dizer que é espetacular, um deslumbre de HQ em capa dura!

Já no volume dois, de 2016, Paradis Perdus, uma cantora de cabaré é assassinada, após uma de suas apresentações num começo de noite gelada de janeiro. O lugar em que se desenrola o drama e a maneira operante do matador trazem desagradáveis lembranças a Robert Sax. Ele recorda intensamente a morte da esposa, acontecida quatro anos antes, tragédia que nunca foi esclarecida de fato. Ajudado por seu cunhado, Sax conduz uma detalhada investigação sobre o caso.

No mês de fevereiro de 2018, sai a terceira BD do herói, intitulada Villa Borg (Mansão Borg). Seria uma citação a Mistério Borg, HQ de Lefranc, desenhada e roteirizada por Jacques Martin? E essa nova aventura tem trama começando no Polo Sul e se extendendo até o litoral da Bélgica. As peças começam a se juntar para outra aguardada história de Sax, assim que um casal acompanhado por seus dois filhos pequenos passeia por uma praia do Norte da Bélgica e fica cara a cara com um cadáver parcialmente devorado por gaivotas. E o defunto tem uma curiosa tatuagem no braço! Enquanto isso, a sedutora Carol Barlow volta para uma missão na Bélgica e chama Robert Sax, para que ele se faça passar por seu marido, um papel perfeito para esse tenebroso sedutor.

Aí está mais um daqueles quadrinhos bem legais que eu vou ter que fazer das tripas coração para conseguir no Brasil! Que pena! Podia ser diferente! Me colocando uma editora na mão, você iriam ver!

Por PH, a partir de textos fornecidos pelo editor.

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Sobre o Autor

PH

É ex-locutor do TOP TV da Record e radialista. Também produz a série Caçador de Coleções e coleciona HQs europeias, nacionais e quadrinhos underground

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