Quadrinhos

Algumas edições da versão impressa da animação Tintin e O Lago dos Tubarões que merecem estar na sua coleção

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Escrito por PH
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ghgghg3Se você é fã de Tintin, imagino que costume ir bem além de seus quadrinhos disponíveis no mercado. Existem alguns que não podem ficar de fora de sua estante, como a adaptação em banda desenhada do desenho animado Tintin e o Lago dos Tubarões, lançado em 1972 com roteiro de Greg, realizado por Raymond Leblanc e produzido por Belvision e Studios Hergé.

No ano seguinte, a animação teve diversos quadros extraídos diretamente de sua película e ganhou balões para ser lida como uma história em quadrinhos. Não é exatamente uma BD de Hergé, mas é indicada pela curiosidade. Além disso, trata-se de um longa inspirado no universo de Tintin que tem a peculiaridade de não ter sido baseado em qualquer argumento que seja do pai do repórter surgido nas páginas do suplemento infantil Le Petit Vingtième, em 1929.

Nessa HQ, o Professor Girassol acaba de inventar um dispositivo que lhe permite reproduzir todo o tipo de objeto. Seria uma antecipação das modernas impressoras 3-D de hoje em dia? O fato é que sua criação é cobiçado pelo vilão Rastapopoulos, sob o pseudônimo de Grande Tubarão, que deseja usar a geringonça para copiar valiosas telas de pintura roubadas por ele de museus pelo mundo. Tintin, Milu e o Capitão Haddock deverão fazer o possível para impedir que o bandido atinja seus objetivos. O trio será ajudado por Niko e Nouchka, dois jovens da Sildávia, país em que a trama se passa. O lugar, bastante parecido com nações do Leste Europeu também foi palco da ação em O Cetro de Ottokar e Rumo à Lua.

O grande problema dessa aventura de Tintin é que ela é difícil de ser encontrada no Brasil, pois a Cia. das Letras, a empresa que tem detém atualmente os direitos do personagem para terras tupiniquins, não a editou em sua coleção que só traz os títulos oficiais do herói.

Assim, o leitor que quiser ler essa história em português, ficará dependente do antigo álbum publicado no país pela Record nos anos 1970 ou da versão portuguesa cartonada da Difusão Verbo que circulou a partir de 1997. Uma edição mais recente dessa bande dessinée também foi parar nos jornaleiros lusitanos numa série de 2003/2004. E, finalmente, para os que compreendem o idioma francês, há a edição original em capa dura da Casterman.

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Nenhuma das citadas, entretanto, apresenta o papel de qualidade da edição inglesa da EGMONT, de 2009, intitulada Tintin and The Lake of Sharks. Apesar de possuir capa em brochura, essa HQ em couché merece estar na coleção dos tintinófios mais exigentes. Foi ela que eu li nessa última semana! Desencavada aqui mesmo no meu acervo, custou 6,99 libras na época em que a comprei!

Como desvantagem, cito sua fonte manuscrita de gosto duvidoso e que tenta imitar a belga. Além de pequena, dificulta a leitura. Mesmo assim, vale a pena conferi-la!

Para os admiradores mais fervorosos de Tintin, aconselho o álbum de figurinhas português com cenas do filme que foi lançado em 1973 pela Agência Portuguesa de Revistas e reeditado em 1983 pela Distri. Contém 28 páginas, 182 figurinhas e vinha com um um pôster colorido. Dizem que também circulou no Brasil pela RGE, em formato menor e com o mesmo número de páginas! Será?

Abaixo, veja algumas imagens das maravilhas citadas nesse texto, começando com o álbum de cromos, que cheguei a ver no Mercado Livre por R$260,00. Se não fosse a crise…

Por PH.

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Sobre o Autor

PH

É ex-locutor do TOP TV da Record e radialista. Também produz a série Caçador de Coleções e coleciona HQs europeias, nacionais e quadrinhos underground

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