Sea Hunt, ou Aventura Submarina no Brasil, foi uma lendária série de TV, protagonizada por Lloyd Bridges, e exibida desde o final dos anos 1950, até o começo dos anos 1960. num total de 155 episódios. Produzida pela Ziv produções, esta série se tornou o maior sucesso, quando foi exibida por aqui na Rede Globo. A criançada da época, não perdia um capítulo destas maravilhosas aventuras submarinas. Sea Hunt narrava as aventuras do mergulhador Mike Nelson, interpretado por Lloyd Bridges, ex-oficial da marinha, trabalhando por conta própria, e enfrentando muitos perigos nas profundezas do oceano. A série foi criada, desenvolvida e produzida por Ivan Tors, tendo como produtores executivos, Frederick W. Ziv e Maurice Zive, com música tema de abertura e encerramento, composta por David Rose. Por falar em final, Aventura Submarina sempre terminava com os uteis conselhos de Mike Nelson, recheados de bons costumes, dicas de mergulho e cuidados que devemos ter com a vida marinha. Confira no vídeo a seguir, mais uma matéria dos tempos do programa TOP TV, onde relembraremos esta incrível atração da televisão. A apresentação da reportagem, ficou a cargo de Fabílola Vilanova, com locução de PH. A produção foi feita nos anos 90, por Richard Kiaw e Pedro Peixoto.

Por Edy Tando.







Sea Hunt © 1958, Ziv Television Programs, Inc., All Rights Reserved.




Em 1964, a American International Pictures produziria mais um título da saga da Turma da Praia (The Beach Party Gang). Estrelando Annette Funicello e Tommy Kirk nos papéis principais, contou com uma pequena participação de Frankie Avalon. Desta vez, nossos praieiros amigos, estão às voltas com o marciano Go Go (Tommy Kirk), que visita a Terra para pesquisar os costumes terrestres. Assim que chega, é acolhido pela rica viúva (Tia Wendy), e começa a conhecer os points da juventude surfista local, onde conhece Connie, uma linda garota, cansada do pouco caso de seu namorado Cuca Cuca. É basicamente esse o enredo de Pajama Party, que conta ainda, com as atuações de Bobby Shaw na pele da louraça Helga, Buster Keaton, vivendo um índio muito louco e Harvey Lembeck, interpretando o eterno papel de Eric Von Zipper. Não perca também, Annette Funicelo, cantando o tema do filme, "Pajama Party". No Brasil, esta típica película dos anos 60, recebeu o título de, "Eu, ela e o Pijama". Até hoje, não foi lançada em DVD ou VHS.


Por PH.





Ela é a princesa de Themyscira, também conhecida como, Ilha do Paraíso. Filha de Hipólita, a rainha das amazonas, foi criada a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e super-poderes. Quando adulta, foi enviada para o "mundo dos homens" para espalhar uma missão de paz, e lutar contra o Deus da Guerra, Ares. Nos Quadrinhos, tornou-se integrante da Liga da Justiça, junto com Superman e Batman. Estamos falando da Mulher Maravilha, primeira heroína a ser criada, em 1941, pela DC Comics. Em comemoração aos 75 anos de existência deste lendário selo de HQs, está á venda no mercado americano, um busto da Mulher Maravilha. A imagem escolhida para representar esta peça, foi a da eterna Miss Universo, Linda Carter, a Mulher Maravilha do seriado dos anos 70. Fizemos questão de registrar este merecido lançamento comemorativo, em homenagem à guerreira amazona, mais querida de todos os tempos. Além de publicar a foto do busto, postamos uma foto de Linda Carter, tirada este ano de 2010, mostrando que a bela, continua incrivelmente “Linda".


Por PH.


É com muito orgulho, que trazemos de volta ao nosso blog, o seriado Miami Vice, programa de televisão que virou febre nos anos 80. A série se passava numa Miami, viciada por corrupção e tráfico de drogas, e girava em torno de dois policiais, interpretados pelos atores Don Johnson e Philip Michael Thomas. O primeiro episódio desta saga policial, foi ao ar pela NBC, em 16 de setembro de 1984. Daí para a frente, foi um sucesso após o outro. A série atingiu seu ápice, entre 1986 e 1987, quando bateu recordes de audiência. Nesta época, cada episódio chegava a custar cerca de um milhão de dólares. No Brasil, Miami Vice foi exibida, primeiramente pelo SBT e depois pela Globo. Na rede de TV a cabo, teve todas as suas temporadas, exibidas no canal USA, entre 1995 e 1999. Através de mais uma grande matéria que foi ao ar nos anos 90, no extinto Programa TOP TV, revisitamos este clássico da televisão. Contamos outra vez nesta reportagem, com a produção de Richard Kiaw e Pedro Peixoto e locução de PH. Divirtam-se com mais uma do Tu já viu!

Por Edy Tando.

Miami Vice © 2010 NBC Universal. All rights reserved.




Eles foram verdadeiros ícones nos anos 80, e sua série em desenho animado de 1983, produzida pela Pacific Animation Corporation do Japão, rodou o mundo. Foram no total, quatro temporadas. A primeira, de 1985, teve 65 episódios, e as que vieram em seguida, em 1987, 1988 e 1990, passaram a ter apenas 20 episódios cada. No Brasil, esta animação foi exibida primeiramente, entre 1986 e 1990, pela Rede Globo, e vitou um fenômeno de audiência entre a criançada da época. A saga seria reprizada ainda, em anos seguintes, na TV Colosso e nos canais a cabo, Warner Channel e Cartoon Network. Retornou pela última vez na televisão aberta, em 2001, quando foi retransmitida pelo Bom Dia & Cia do SBT, então, sob o comando de Jackeline Petkovic. Quem não se lembra de Lion-O, Cheetara, Panthro, Tygra, WilyKit, WilyKat e Snarf? Atenção saudosistas de plantão!! Vamos torcer para que algum canal de TV, se interesse em passar de novo, as aventuras dos Thundercats, ou que alguma empresa, coloque logo à venda, o esperado box com os DVDs da série. Lá fora, esse produto já existe há muito tempo. Um dia, entenderemos o motivo do atrazo no lançamento de filmes, desenhos e seriados no Brasil. Mercado consumidor, é o que não falta!!
Por PH.


E finalmente, depois de uma longa espera, os amantes de seriados no Brasil, terão o prazer de conferir um inédito box em DVD, com as aventuras da Poderosa Ísis. Esta magnífica série, produzida pelos estúdios de animação da Filmation em 1975, invadiu as telinhas das televisões do país, nos anos 70 e 80, e deixou muitas saudades. O programa, girava em torno de Andrea Thomas, uma professora de ciências de uma escola de 2º grau, que dava uma de arqueóloga nas horas vagas, no melhor estilo Indiana Jones. Em uma de suas amadoras expedições, encontrou no Egito, um amuleto mágico que pertencera à Deusa Ísis. De posse do objeto e pronunciando as palavras "Poderosa Ísis", Andrea se transforma em Ísis, uma divindade que entre outros poderes, tem a capacidade de voar. Ísis se torna uma super-heroína, e passa a combater o crime e a salvar pessoas que estão em perigo. A esperada caixa nacional com a série Ísis, lançada em setembro de 2010, pela empresa Focus, vem com 4 discos, áudio em português e inglês, sem legendas. É uma ótima oportunidade para rever as aventuras desta Deusa dos seriados e que na minha opinião, era a grande concorrente da Mulher Maravilha. No elenco, além de Joanna Cameron no papel de Andrea e Ísis, estão também, Brian Cutler, Joanna Pang e Ronalda Douglas. É diversão na certa!

Por PH.


Não pensem, amigos do blog, que estamos aqui para fazer apologia do cigarro. É que acordamos hoje, com uma incrível recordação. Apesar de lembrar em muito, o formato deste terrível mal que aflige a sociedade moderna, e que precisa ser erradicado a todo custo, o objeto do passado que trazemos agora, não fazia mal algum à saúde de quem o consumisse. Estamos falando dos lendários Cigarrinhos de Chocolate da Pan. É claro, que nenhuma empresa atual, associaria um produto destinado às crianças, ao hábito de fumar, mas naqueles tempos do passado, ninguém se preocupava com isso. Tendo a sua embalagem inalterada por muitos anos, entre 1952 e 1996, estes famosos cigarrinhos de Chocolate, deixaram saudades. Em sua embalagem que lembrava em muito uma cigarreira, podíamos escolher entre um garoto moreninho e outro branco. Os cigarros de puro chocolate, eram embrulhados de uma maneira tal, que gastávamos um tempo enorme para abri-los e saboreá-los. Apesar de toda esta polêmica, eram muito gostosos. Os cigarrinhos da Pan, foram um verdadeiro ícone dos anos e 70 e 80, mas devido às excelentes campanhas feitas contra o tabagismo nas últimas décadas, deixou de existir. É um sacrifício de marca, extremamente justo, diante dos males que o cigarro real, pode causar ao ser humano. Criança não tem que crescer, achando que fumar é charmoso e saudável. Se pensarmos bem, os Guarda-chuvinhas de Chocolate, eram bem mais politicamente corretos.

Por PH.


Em 1977, a Editora Saraiva lançava no Brasil, o álbum de figurinhas "Festival da Turma da TV Hanna-Barbera. Sucesso na telinha, nos primeiros aparelhos de televisão em cores do país, os personagens desta lendária produtora de desenhos animados americana, fizeram bonito nas bancas de jornais. Sua vendagem foi um sucesso! Eram precisos 253 cromos para completar o livro, e as crianças da época, não mediram esforços para conseguir, uma à uma, todas as figurinhas deste clássico. Haja paciência dos pais! Andando pela Feira da Praça XV, do Rio de Janeiro, tradicional evento semanal carioca, que acontece todos os sábados no centro da cidade, me deparei com tamanha preciosidade. Apesar de não estar completa, com todas as figurinhas, me cativou imediatamente. Minha alegria não era à toa. Eu tinha 12 anos em 1977, quando fazia esta coleção, e meu álbum sumiu alguns anos depois, sem deixar rastros, provavelmente, em alguma mudança de endereço. Achar aquela peça de minha infância ao preço de R$ 40,00, era o que faltava para que o comprasse imediatamente. Isso, sem falar que uma edição como essa, com todos os seus 253 cromos, custa entre R$ 250,00 e R$ 300,00. Não só levei o álbum pra casa, onde o restaurei, como decidi fazer um filme sobre ele. É o que verão no vídeo a seguir. É um resgate de momentos mágicos da infância perdida, dos que se encontram hoje com mais de 40 anos.


Por PH.





Ski Party é mais uma realização da American International Pictures, e fez parte da chamada franquia, “Turma da Praia” (The Beach Party Gang), como são conhecidas as produções cinematográfica, estrelando Frankie Avalon, Annette Funicello, Dwayne Hickman, Deborah Walley, Tommy Kirk, Fabian, Harvey Lembeck e John Ashley. Este ciclo de filmes B, é considerado como integrante do gênero “Beach Movie”, por tratar de temas ligados à adolescência americana da década de 60. Esta inquieta juventude da época, morava ou veraneava em praias, e de alguma maneira, era ligada ao mundo do Surf. No caso de usar o termo Beach Movie, a quantidade de títulos de filmes é bem ampliada e podemos incluir, várias produções de outros estúdios diferentes da AIP. Elas tiveram o biquíni, o Surf e o Rock’n Roll como temática principal, e em alguns casos, as corridas de Stock Car, como aconteceu em “Fireball 500” e “Thunder Alley”, ou a neve, em “Ski Party” (Folias no Gêlo). O blog Tu já viu, se orgulha de estar publicando várias matérias em vídeo, falando da clássica série da Turma da Praia, exibida no Brasil nos anos 70, em incansáveis reprises na Sessão da Tarde da Rede Globo. Muito admirados pelos fãs brasileiros, hoje na casa dos 40 e 50 anos, ressurgem nesta reportagem, em uma produção de 1965. Ski Party (Folias no Gelo), mudou o tradicional ambiente praieiro desta saga juvenil, para uma estação de Esqui. Neste gélido local, nem mesmo os biquínis foram esquecidos. Desta vez, não tivemos William Asher como diretor da película. Ele foi substituído neste título, por Alan Rafkin. Outras mudanças também aconteceriam. Fazendo apenas uma pequena participação especial no começo do filme, interpretando uma professora de Biologia, Annette Funicello, teve seu tradicional papel de mocinha do filme, divido entre Deborah Walley e Yvonne Craig, a Batgirl do seriado Batman. Para fazer par romântico com as duas, foram escalados, Frankie Avalon e Dwayne Hickman. Divirtam-se!! É a turma na neve fazendo a maior folia!!

Por PH.




Se você é fã de Beach Movies dos anos 60, então não pode deixar de ter este maravilhoso CD, apresentando clássicos do gênero, na voz de Frankie Avalon, Annette Funicello, Dick Dale, Donna Loren, Nancy Sinatra e muitos outros. Esta pérola musical, está à venda no site amazon.com. Por
$13,98, mais o frete, é possível ter em casa, uma boa parte das canções que desfilaram nos inesquecíveis filmes da American International Pictures (AIP), e que encontraram seu auge no Brasil, quando foram exibidos nos anos 70, na Sessão da Tarde da Rede Globo. Como percebemos que alguns hits estão faltando neste Compact Disc, sugerimos a compra de um segundo título: "The Very Best of Donna Loren". Loren é uma famosa cantora americana que participou de muitos filmes de "The Beach Party Gang", e interpretou vários sucessos desta bem sucedida franquia adolescente. Sua figura está intimamente ligada à Turma da Praia. De posse destes dois CDs, o amante de Frankie, Annette e Cia, terá uma amostragem bem completa das canções que participaram da trilha dos sete filmes da série. É simplesmente imperdível!

Por PH.


Tirem as crianças diante da tela do computador!! Vem aí, HQ adulta no Tu já viu. Neste ano de 2010, aconteceu o que imaginávamos ser impossível. Um dos mais polêmicos personagens dos Quadrinhos Europeus, desembarcou no Brasil. Após uma carreira bem sucedida no Velho Continente, e depois de ter passado pelas páginas das revistas Heavy Metal e Animal, onde se tornou conhecido do público brasileiro, Ranxerox ressurge no país, numa belíssima edição em capa dura, publicada pela Editora Conrad. Realizado por Alain Chabat, Tanino Liberatore e Stefano Tamburini, é um marco do gênero. Pesado para as crianças e cheio de cenas violentas e picantes, algumas bem explícitas, é um prato cheio para quem gosta de um gibi mais ousado e que fuja do convencional. Abusando das cores e muito bem desenhado, este volume, trás material inédito no Brasil. Ranxerox narra a história de um robô de mesmo nome, que se mete em todo o tipo de encrencas por causa de Lubna, uma garota de apenas 13 anos, pela qual é alucinado amorosamente. Esperamos que esta iniciativa da Editora Conrad, abra as portas para outros heróis europeus que nunca desfilaram por livrarias brasileiras. Leitura aprovada por nossa equipe!


Por PH.


Finalmente, numa edição muito bem cuidada, lançada recentente no Brasil, temos publicados em um só volume, dois clássicos da Literatura Policial de Agatha Christie, em sua versão HQ. O magnífico trabalho, foi realizado pelo desenhista Solidor e por François Rivière, que adaptou o texto para os gibis. O traço lembra em muito, o estilo “Ligne Claire” do belga Edgar Pierre Jacobs, o autor de Blake e Mortimer, e não dá vontade de largar o livro, antes que terminemos de ler as duas aventuras: Assassinato no Expresso Oriente (1933) e Morte no Nilo (1937). Estes títulos, já circulavam por aqui, separadamente, em edições de capa dura, importadas da Inglaterra, onde também foram lançados no formato de "Comics". Para alegria dos fãs brasileiros de Quadrinhos Europeus, surgem traduzidos para o português, através de uma belíssima iniciativa de L&PM Editores. Confira nestes dois romances quadrinizados , as aventuras do detetive Hercule Poirot, primeiramente, no mítico trem Expresso Oriente, onde ele tem de desvendar a suspeita morte de um rico empresário. Em seguida, o mesmo Poirot, já no Egito, viaja em um mortal cruzeiro pelo Rio Nilo. Aconselhamos esta fascinante leitura, a todos que apreciam a obra de Agatha Christie.


Por PH.


O blog Tu já viu, espaço da Internet, dedicado aos seriados, desenhos animados, HQs e animações em Stop Motion, foi criado em Dezembro de 2009, pelos comunicadores de FM, Paulo Piedade e Paulo Henrique (PH). O site completou no dia 7 de Setembro de 2010, o expressivo número de 365 matérias postadas. Neste dia, não havíamos nem chegado ao nosso primeiro ano de vida, e já estávamos bastante orgulhosos com esta importante marca. Tudo aqui é realizado com muita dedicação e carinho, e só não fazemos mais, devido a outras atividades paralelas que temos. Decidimos então, fazer algo especial para celebrar esta histórica data. Eu, PH, resolvi aproveitar a ocasião, para homenagear a figura de minha mãe, que é a grande responsável por tudo que está aqui. Foi ela que me introduziu na arte do colecionismo, quando eu era muito pequeno, ao me incentivar a reunir as minhas primeiras coleções de moedas e selos. Em 1971, me apresentou às Histórias em Quadrinhos, preciosidades que seriam a partir dalí, uma de minhas grandes paixões. Agradeço eternamente, ao empenho de minha querida mãe, em sua infindável preocupação em passar algum tipo de cultura a seus filhos. Se todas tivessem essa preocupação, o mundo seria diferente. Enganam-se os pais, que acham que a escola é suficiente para a formação de uma criança. É preciso incentivar os pequenos, desde a mais tenra idade, com algo a mais, para que se tornem adultos bem informados, cultos e com maior capacidade para aproveitar plenamente, todas as possibilidades que a vida oferece. Graças a todo este cuidado maternal, me tornei um colecionador de gibis. Minha preferência por HQs francesas e belgas, também é fruto de influência materna. Foi a minha amada progenitora, que me apresentou em 1973, a Asterix e Tintin. Aprendi a desenhar, de tanto observar os traços destes personagens. Minha vontade de ler as revistas destes heróis no original, me levou a estudar a língua francesa por 10 anos e me formar neste idioma. O gosto pelos desenhos animados e seriados que desenvolvi depois, me levou à dublagem e à edição de vídeo, e por aí vai. São dividendos enormes, originados de uma simples preocupação de mãe, em educar seus filhos. Refletindo sobre tudo isto, achei que fazer um vídeo sobre a heroína "The Supermãe", de Ziraldo, seria uma forma simbólica de retribuir todo este amor que me foi dado na infância e homenagear todas as mães do mundo, inclusive a minha. Seria também, uma maneira de reverenciar este feminino personagem, criado por Ziraldo em 1969 e publicado pela primeira vez no Jornal do Brasil, neste mesmo ano. Não é a primeira vez em que falamos sobre "The Supermãe" no blog, e também não será a última.

Por PH.




E finalmente, no Tu já viu, passaremos a falar dos filmes de Jerry Lewis, um dos comediantes mais famosos do cinema. Começaremos a vasculhar sua carreira, ainda no início, revisitando o clássico, "Visit to a Small Planet", ou "Rabo de Foguete", como ficou conhecido no Brasil. A temática deste sucesso de risadas, ainda que discutida de forma muito bem humorada, é ligada ao tema da Ufologia, ciência que estuda o fenômeno dos OVNIs (Objetos voadores não identificados), e à possibilidade de vida além de nosso mundo azul. No Planeta X-47, o estudante alienígena Kreton, desafia seu professor E.T., matando aulas para visitar a Terra, a bordo de um disco voador. Sua fama não é nada boa! O encrenqueiro, em uma de suas irresponsáveis visitas espaciais, teria sido o responsável por destruir toda a vida em Marte, transformando-o no deserto vermelho, tal qual o conhecemos. Não é à toa, que seu mestre quisesse manter o rapaz, bastante longe da Terra. Imagine as catástrofes que ele poderia causar, caso se estabelecesse por aqui! Infelizmente, sua curiosidade é incontrolável, e ele não resiste a dar mais um de seus furtivos passeios. Nesta ocasião, Kreton programa sua nave para visitar a Terra, durante a época da Guerra Civil americana, mas erra nos cálculos de tempo, e pousa com 90 anos de diferença, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos. O ano é 1960 e sua nave aterrisa na casa de uma personalidade, o famoso apresentador de TV, Roger Putnam Spelding, justamente ele, que estava preparando o roteiro de um de seus programas, no qual, defenderia sua tese de impossibilidade de vida fora da Terra. Vestido como soldado confederado e com a mais humana das aparências, Kreton, não tem dificuldades em fazer amizade com seus novos amigos, que estavam indo à uma festa à fantasia. Passando-se despercebido como humano, Roger Putnam, sua esposa Rheba e a filha Ellen, o acolhem da melhor maneira possível, sem suspeitarem de sua real e misteriosa identidade interplanetária. Eles, até o convidam para ir à festa. A partir daí, se iniciam as confusões de nosso alien herói, tentando se adaptar aos estranhos costumes terrestres. É assim que começa esta incrível comédia em P&B, rodada em 1959 e lançada nos cinemas americanos, em fevereiro de 1960. Quem assistiu a este longa na Sessão da Tarde, durante os anos 70, certamente sabe qual será o fim da história. Se você tiver oportunidade, não deixe de conferir esta obra prima do mestre Jerry Lewis. Apesar do tom de humor do filme, é bom lembrar que a película foi produzida numa época de intensos avistamentos ufológicos, e o assunto dos Discos Voadores, estava mais do que em moda na época. Foi uma grande sacada dos produtores, transformarem um assunto sério, nesta excelente e típica comédia dos anos 60. Dirigido por Norman Taurog, o mesmo de “Dr. Goldfoot and The Bikini Machine, “Rabo de Foguete” incluiu no elenco, além de Jerry Lewis, Joan Blackman e Earl Holliman. O filme está à venda em DVD no site amazon.com. Infelizmente, a cópia disponível, não trás legendas ou áudio em português.
Aguardem! Brevemente, falaremos de mais filmes de Jerry Lewis em nosso blog!

Por PH.


Em 1965, o mundo conheceria a última aparição de Frankie Avalon e Annette Funicello em filmes da série Turma da Praia. Com uma vida artística atribulada e bastante fama em sua carreira de ator e cantor, Avalon pediu um cachê maior para integrar o elenco de "How to stuff a Wild Bikini" (Como rechear um Biquíni). Além disso, estava ocupado, protagonizando um outro filme da American International Pictures, "Sergeant Dead Head" (Astronauta por acaso). Por tudo isto, acabou tendo uma participação mínima neste título de "The Beach Party Gang". Embora não tenham chegado a contracenar juntos, pois cada um gravou sua parte separadamente, o roteiro desta produção conseguiu costurar o enredo, e explicar o fato de Frankie e Dolores não se encontrarem. Para solucionar este problema, o jeito foi mandar Frankie (Frankie avalon), para servir ao Exército Americano em pleno Havaí, o que justificaria a sua ausência na maior parte da fita. Ele morre de medo que sua namoradinha, Dee Dee, se envolva com outro homem. Seus temores não são à toa, pois o recém chegado à praia de Malibu, Rick (Dwayne Hickman), tenta a todo custo, seduzir a morena. O resto, você só vai saber, assistindo a este clássico, não lançado no Brasil em DVD. Os trechos da cópia que mostramos, foram gravados nos anos 80, da extinta Rede Manchete de TV. O filme tem participações especiais de Mickey Rooney, Elisabeth Montgomery e Harvey Lambeck, este último, interpretando o eterno Eric Von Zipper. É mais um daqueles filmes imperdíveis da Sessão da tarde dos anos 70. Acompanhe no filmete a seguir, produzido pelo Videomaker PH, os grandes momentos de "Como rechear um biquíni".

Por PH.




Aproveitando a leva de matérias que estamos publicando sobre os grandes Beach Movies do cinema americano, vamos lembrar de uma produção de 1965, chamada "I’ll take Sweden” (Bom mesmo é amar). Apesar de não ter seu enredo se passando na praia, o filme merece estar nesta lista de produções tipicamente ambientadas no litoral, como poderão constatar a seguir. Nesta produção, Kenny Klinger, um guitarrista que mora na praia, namora Jojo, a filha de um alto executivo de uma empresa de petróleo, chamado Bob Holcomb. Insatisfeito com a relação amorosa da menina, e desejando um futuro mais promissor para sua herdeira direta, Bob decide afastá-la de seu pretenso genro Kenny. Aproveitando-se de uma oportunidade para trabalhar na Suécia, Bob se muda para a Europa, e passa a viver em Estocolmo, na companhia de sua filha. Lá chegando, pai e filha se envolvem afetivamente com nativos desta terra gelada do velho continente. Bob conhece karin Grastetdt, uma decoradora de interiores, enquanto que Jojo desperta o interesse de um dos empregados de Holcomb, o sueco Erik Carlson. Tudo ia muito bem, até que o louro grandalhão, decide levar a moça para passar duas semanas em uma estação de Esqui. Segundo a moral conservadora americana da época, uma jovem jamais poderia dividir o mesmo quarto com um homem, sem ser casada com ele. Para os suecos de então, donos de mentes bem mais abertas, isto era a coisa mais normal do mundo. Parece até piada, se compararmos com os costumes de hoje em dia, mas em 1965, isto seria motivo de um escândalo, mesmo que acontecesse aqui no Brasil. Este choque cultural, foi o estopim para que os ventos voltassem a soprar a favor do antes indesejado Kenny. De uma hora para outra, ele vira a salvação de Bob Holcomb, que manda buscar o músico na América, para que ele atrapalhe o “tórrido romance” de Jojo, com o “moderninho” sueco. O mais interessante deste filme solo de Frankie Avalon, sem sua eterna namoradinha Dolores (Annette Funicelllo), é que a fita mantém o mesmo clima dos longa-metragens da Turma da Praia. Quando assisti à esta película pela primeira vez, parecia estar vendo mais um título de “The Beah Party Gang”. Encabeçando o elenco principal, está o veterano comediante Bob Hope, no papel do executivo Bob Holcomb. Além dele, temos Tuesday Weld como Jojo, Dina Merril na pele da enxuta coroa sueca Karin Grastetdt, e é claro, Frankie Avalon, vivendo o adolescente roqueiro, Kenny Klinger. Isto tudo, com direito a vários números musicais. Não dá para não incluir este filme, na lista de genuínos representantes de títulos da Turma da Praia ou de Beach Movies dos anos 60. Nem os trajes de banho foram esquecidos neste hit quase praiano. Em uma das cenas deste clássico, Frankie Avalon aparece cantando, cercado por lindas garotas de biquínis. O cenário de fundo é um magnífico lago sueco, provavelmente, em um raro dia ensolarado. Este filme está à venda no site amazon.com. O idioma do DVD é o inglês, e não há legendas em português.


Por PH.


Em 1964, surgiria o segundo título de uma bem sucedida franquia de filmes do gênero Beach Movie, estrelando o ator e cantor Frankie Avalon e Annette Funicello, a queridinha de Walt Disney e ex-apresentadora do Clube do Mickey americano. "Muscle Beach Party", ou "Quanto mais músculos, melhor", trás mais uma vez, a Turma da Praia (nome que a série recebeu em território tupiniquim), e a temática adolescente nos anos 60. Tudo isso, apimentado com românticas aventuras, regadas a muito Rock'n Roll, praia, Surf, garotas, pranchas enormes e biquínis gigantescos. Confira o vídeo que produzimos sobre esta galerinha tão querida, e que fez muito sucesso no Brasil. A maior parte de seus filmes, foi exibida na Sessão da Tarde, durante os anos anos 1970. Pare tudo que estiver fazendo, para recordar mais um fantástico capítulo da saga praiera, produzida pela American International Pictures e dirigida por William Asher. Esta matéria, faz parte de um conjunto de reportagens sobre "The Beach Party Gang"( forma pela qual, são conhecidos nos Estados Unidos), feitas para matar saudades dos eternos verões da infância de quem tem mais de 40 anos. São tempos que jamais voltarão!
Por PH.


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Prosseguindo a nossa busca infindável pelos grandes clássicos da Sessão da Tarde dos anos 70, vamos recordar o cult filme, "Os Perigos de Paulina", com Pat Boone. Esta produção de 1967 da Universal Pictures, dirigida por Joshua Shelley, foi na verdade, uma releitura de versões anteriores que traziam a mesma personagem Paulina, em aventuras em preto e branco. 1914 foi o ano de sua primeira aparição em uma série muda, e somente em 1933, a heroína que só se metia em encrencas, ganharia mais um seriado de cinema, desta vez, realizado pela Universal Pictures. Finalmente, em 1947, teve seu primeiro longa-metragem, sob a chancela da Paramount Pictures. O filme tema desta matéria, possui em seu elenco, além do galã Pat Boone, atores como, Terry-Thomas, Pamela Austin no papel de Paulina, Edward Everett Horton, Hamilton Camp, Doris Packer, Kurt Kasznar, Vito Scotti, Leon Askin. Nitidamente inspirado no clima do seriado Batman de 1966, e apresentando um visual super colorido, Os perigos de Paulina dos anos 60, seria inicialmente, um piloto para um possível programa de TV. A falta de patrocínio, fez com que a idéia fosse abandonada, e os únicos três episódios gravados, foram condensados no filme de 1967, tendo como protagonista, Pat Boone, no papel do anjo da guarda que protege Paulina de inúmeros perigos. Este filme foi a base para o desenho animado "Os Apuros de Penélope Charmosa", de Hanna-Barbera, também dos anos 60.
Por PH.


Em 1959, a Columbia Pictures inaugurou um novo segmento cinematográfico que ficaria mais tarde, conhecido como “Beach Movie” ou “Beach Party Film”. Estrelando, James Darren (Tony Newman do seriado O Túnel do Tempo), Cliff Robertson e Sandra Dee no papel da lourinha “Gidget”, trazia uma temática teen, na qual uma adolescente se apaixona por seu professor de Surf. Este filme, dirigido por Paul Wendklos, se tornaria, sem dúvida alguma, o grande precursor de uma grande leva de produções realizadas pela American Internacional Pictures nos anos 1960, além de outras de menor importância, rodadas por várias produtoras do gênero. No Brasil, os filmes mais conhecidos deste estilo, foram justamente os da AIP, estrelando Frankie Avalon e Annettte Funicello, exibidos na Sessão da Tarde da Rede Globo nos anos 1970, e os três longas de Gidget: Gidget (1959), com Sandra Dee, Gidget goes Hawaiian (1961), protagonizado Deborah Walley, e Gidget goes to Rome (1961), apresentando Cindy Carol no papel de Gidget. Em 1965, Sally Field retomou a franquia, interpretando o personagem numa série de TV, cancelada após a sua primeira temporada. No ano de 1969, foi a vez de uma nova produção para a televisão, “Gidget Grows up”, introduzindo a atriz Karen Valentine, na pele de Gidget. O tema voltaria em outros formatos, ainda nos anos 1970 e 1980, caindo no esquecimento na década de 1990 e nos anos 2000. A boa notícia para quem gosta deste tipo de filme, é que o blog Tu já viu começará a fazer diversas matérias, esmiuçando uma boa parte das produções de Beach Movie, rodada na Terra do Tio Sam, entre 1959 e 1968. Aguardem!!! A primeira reportagem, incluindo vídeo, será sobre o filme “Muscle Beach Party” de 1964.

Por PH.

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