
Sea Hunt, ou Aventura Submarina no Brasil, foi uma lendária série de TV, protagonizada por Lloyd Bridges, e exibida desde o final dos anos 1950, até o começo dos anos 1960. num total de 155 episódios. Produzida pela Ziv produções, esta série se tornou o maior sucesso, quando foi exibida por aqui na Rede Globo. A criançada da época, não perdia um capítulo destas maravilhosas aventuras submarinas. Sea Hunt narrava as aventuras do mergulhador Mike Nelson, interpretado por Lloyd Bridges, ex-oficial da marinha, trabalhando por conta própria, e enfrentando muitos perigos nas profundezas do oceano. A série foi criada, desenvolvida e produzida por Ivan Tors, tendo como produtores executivos, Frederick W. Ziv e Maurice Zive, com música tema de abertura e encerramento, composta por David Rose. Por falar em final, Aventura Submarina sempre terminava com os uteis conselhos de Mike Nelson, recheados de bons costumes, dicas de mergulho e cuidados que devemos ter com a vida marinha. Confira no vídeo a seguir, mais uma matéria dos tempos do programa TOP TV, onde relembraremos esta incrível atração da televisão. A apresentação da reportagem, ficou a cargo de Fabílola Vilanova, com locução de PH. A produção foi feita nos anos 90, por Richard Kiaw e Pedro Peixoto.
Por Edy Tando.
Sea Hunt © 1958, Ziv Television Programs, Inc., All Rights Reserved.
Ela é a princesa de Themyscira, também conhecida como, Ilha do Paraíso. Filha de Hipólita, a rainha das amazonas, foi criada a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e super-poderes. Quando adulta, foi enviada para o "mundo dos homens" para espalhar uma missão de paz, e lutar contra o Deus da Guerra, Ares. Nos Quadrinhos, tornou-se integrante da Liga da Justiça, junto com Superman e Batman. Estamos falando da Mulher Maravilha, primeira heroína a ser criada, em 1941, pela DC Comics. Em comemoração aos 75 anos de existência deste lendário selo de HQs, está á venda no mercado americano, um busto da Mulher Maravilha. A imagem escolhida para representar esta peça, foi a da eterna Miss Universo, Linda Carter, a Mulher Maravilha do seriado dos anos 70. Fizemos questão de registrar este merecido lançamento comemorativo, em homenagem à guerreira amazona, mais querida de todos os tempos. Além de publicar a foto do busto, postamos uma foto de Linda Carter, tirada este ano de 2010, mostrando que a bela, continua incrivelmente “Linda".É com muito orgulho, que trazemos de volta ao nosso blog, o seriado Miami Vice, programa de televisão que virou febre nos anos 80. A série se passava numa Miami, viciada por corrupção e tráfico de drogas, e girava em torno de dois policiais, interpretados pelos atores Don Johnson e Philip Michael Thomas. O primeiro episódio desta saga policial, foi ao ar pela NBC, em 16 de setembro de 1984. Daí para a frente, foi um sucesso após o outro. A série atingiu seu ápice, entre 1986 e 1987, quando bateu recordes de audiência. Nesta época, cada episódio chegava a custar cerca de um milhão de dólares. No Brasil, Miami Vice foi exibida, primeiramente pelo SBT e depois pela Globo. Na rede de TV a cabo, teve todas as suas temporadas, exibidas no canal USA, entre 1995 e 1999. Através de mais uma grande matéria que foi ao ar nos anos 90, no extinto Programa TOP TV, revisitamos este clássico da televisão. Contamos outra vez nesta reportagem, com a produção de Richard Kiaw e Pedro Peixoto e locução de PH. Divirtam-se com mais uma do Tu já viu! Por Edy Tando. Miami Vice © 2010 NBC Universal. All rights reserved. 
Não pensem, amigos do blog, que estamos aqui para fazer apologia do cigarro. É que acordamos hoje, com uma incrível recordação. Apesar de lembrar em muito, o formato deste terrível mal que aflige a sociedade moderna, e que precisa ser erradicado a todo custo, o objeto do passado que trazemos agora, não fazia mal algum à saúde de quem o consumisse. Estamos falando dos lendários Cigarrinhos de Chocolate da Pan. É claro, que nenhuma empresa atual, associaria um produto destinado às crianças, ao hábito de fumar, mas naqueles tempos do passado, ninguém se preocupava com isso. Tendo a sua embalagem inalterada por muitos anos, entre 1952 e 1996, estes famosos cigarrinhos de Chocolate, deixaram saudades. Em sua embalagem que lembrava em muito uma cigarreira, podíamos escolher entre um garoto moreninho e outro branco. Os cigarros de puro chocolate, eram embrulhados de uma maneira tal, que gastávamos um tempo enorme para abri-los e saboreá-los. Apesar de toda esta polêmica, eram muito gostosos. Os cigarrinhos da Pan, foram um verdadeiro ícone dos anos e 70 e 80, mas devido às excelentes campanhas feitas contra o tabagismo nas últimas décadas, deixou de existir. É um sacrifício de marca, extremamente justo, diante dos males que o cigarro real, pode causar ao ser humano. Criança não tem que crescer, achando que fumar é charmoso e saudável. Se pensarmos bem, os Guarda-chuvinhas de Chocolate, eram bem mais politicamente corretos.
Por PH.

Em 1977, a Editora Saraiva lançava no Brasil, o álbum de figurinhas "Festival da Turma da TV Hanna-Barbera. Sucesso na telinha, nos primeiros aparelhos de televisão em cores do país, os personagens desta lendária produtora de desenhos animados americana, fizeram bonito nas bancas de jornais. Sua vendagem foi um sucesso! Eram precisos 253 cromos para completar o livro, e as crianças da época, não mediram esforços para conseguir, uma à uma, todas as figurinhas deste clássico. Haja paciência dos pais! Andando pela Feira da Praça XV, do Rio de Janeiro, tradicional evento semanal carioca, que acontece todos os sábados no centro da cidade, me deparei com tamanha preciosidade. Apesar de não estar completa, com todas as figurinhas, me cativou imediatamente. Minha alegria não era à toa. Eu tinha 12 anos em 1977, quando fazia esta coleção, e meu álbum sumiu alguns anos depois, sem deixar rastros, provavelmente, em alguma mudança de endereço. Achar aquela peça de minha infância ao preço de R$ 40,00, era o que faltava para que o comprasse imediatamente. Isso, sem falar que uma edição como essa, com todos os seus 253 cromos, custa entre R$ 250,00 e R$ 300,00. Não só levei o álbum pra casa, onde o restaurei, como decidi fazer um filme sobre ele. É o que verão no vídeo a seguir. É um resgate de momentos mágicos da infância perdida, dos que se encontram hoje com mais de 40 anos.
Ski Party é mais uma realização da American International Pictures, e fez parte da chamada franquia, “Turma da Praia” (The Beach Party Gang), como são conhecidas as produções cinematográfica, estrelando Frankie Avalon, Annette Funicello, Dwayne Hickman, Deborah Walley, Tommy Kirk, Fabian, Harvey Lembeck e John Ashley. Este ciclo de filmes B, é considerado como integrante do gênero “Beach Movie”, por tratar de temas ligados à adolescência americana da década de 60. Esta inquieta juventude da época, morava ou veraneava em praias, e de alguma maneira, era ligada ao mundo do Surf. No caso de usar o termo Beach Movie, a quantidade de títulos de filmes é bem ampliada e podemos incluir, várias produções de outros estúdios diferentes da AIP. Elas tiveram o biquíni, o Surf e o Rock’n Roll como temática principal, e em alguns casos, as corridas de Stock Car, como aconteceu em “Fireball 500” e “Thunder Alley”, ou a neve, em “Ski Party” (Folias no Gêlo). O blog Tu já viu, se orgulha de estar publicando várias matérias em vídeo, falando da clássica série da Turma da Praia, exibida no Brasil nos anos 70, em incansáveis reprises na Sessão da Tarde da Rede Globo. Muito admirados pelos fãs brasileiros, hoje na casa dos 40 e 50 anos, ressurgem nesta reportagem, em uma produção de 1965. Ski Party (Folias no Gelo), mudou o tradicional ambiente praieiro desta saga juvenil, para uma estação de Esqui. Neste gélido local, nem mesmo os biquínis foram esquecidos. Desta vez, não tivemos William Asher como diretor da película. Ele foi substituído neste título, por Alan Rafkin. Outras mudanças também aconteceriam. Fazendo apenas uma pequena participação especial no começo do filme, interpretando uma professora de Biologia, Annette Funicello, teve seu tradicional papel de mocinha do filme, divido entre Deborah Walley e Yvonne Craig, a Batgirl do seriado Batman. Para fazer par romântico com as duas, foram escalados, Frankie Avalon e Dwayne Hickman. Divirtam-se!! É a turma na neve fazendo a maior folia!!
Por PH.

Se você é fã de Beach Movies dos anos 60, então não pode deixar de ter este maravilhoso CD, apresentando clássicos do gênero, na voz de Frankie Avalon, Annette Funicello, Dick Dale, Donna Loren, Nancy Sinatra e muitos outros. Esta pérola musical, está à venda no site amazon.com. Por
$13,98, mais o frete, é possível ter em casa, uma boa parte das canções que desfilaram nos inesquecíveis filmes da American International Pictures (AIP), e que encontraram seu auge no Brasil, quando foram exibidos nos anos 70, na Sessão da Tarde da Rede Globo. Como percebemos que alguns hits estão faltando neste Compact Disc, sugerimos a compra de um segundo título: "The Very Best of Donna Loren". Loren é uma famosa cantora americana que participou de muitos filmes de "The Beach Party Gang", e interpretou vários sucessos desta bem sucedida franquia adolescente. Sua figura está intimamente ligada à Turma da Praia. De posse destes dois CDs, o amante de Frankie, Annette e Cia, terá uma amostragem bem completa das canções que participaram da trilha dos sete filmes da série. É simplesmente imperdível!
Por PH.

Tirem as crianças diante da tela do computador!! Vem aí, HQ adulta no Tu já viu. Neste ano de 2010, aconteceu o que imaginávamos ser impossível. Um dos mais polêmicos personagens dos Quadrinhos Europeus, desembarcou no Brasil. Após uma carreira bem sucedida no Velho Continente, e depois de ter passado pelas páginas das revistas Heavy Metal e Animal, onde se tornou conhecido do público brasileiro, Ranxerox ressurge no país, numa belíssima edição em capa dura, publicada pela Editora Conrad. Realizado por Alain Chabat, Tanino Liberatore e Stefano Tamburini, é um marco do gênero. Pesado para as crianças e cheio de cenas violentas e picantes, algumas bem explícitas, é um prato cheio para quem gosta de um gibi mais ousado e que fuja do convencional. Abusando das cores e muito bem desenhado, este volume, trás material inédito no Brasil. Ranxerox narra a história de um robô de mesmo nome, que se mete em todo o tipo de encrencas por causa de Lubna, uma garota de apenas 13 anos, pela qual é alucinado amorosamente. Esperamos que esta iniciativa da Editora Conrad, abra as portas para outros heróis europeus que nunca desfilaram por livrarias brasileiras. Leitura aprovada por nossa equipe!
Assassinato no Expresso Oriente e Morte no Nilo. Chegou a hora de conferir dois clássicos da Literatura Policial, em sua versão HQ.
Finalmente, numa edição muito bem cuidada, lançada recentente no Brasil, temos publicados em um só volume, dois clássicos da Literatura Policial de Agatha Christie, em sua versão HQ. O magnífico trabalho, foi realizado pelo desenhista Solidor e por François Rivière, que adaptou o texto para os gibis. O traço lembra em muito, o estilo “Ligne Claire” do belga Edgar Pierre Jacobs, o autor de Blake e Mortimer, e não dá vontade de largar o livro, antes que terminemos de ler as duas aventuras: Assassinato no Expresso Oriente (1933) e Morte no Nilo (1937). Estes títulos, já circulavam por aqui, separadamente, em edições de capa dura, importadas da Inglaterra, onde também foram lançados no formato de "Comics". Para alegria dos fãs brasileiros de Quadrinhos Europeus, surgem traduzidos para o português, através de uma belíssima iniciativa de L&PM Editores. Confira nestes dois romances quadrinizados , as aventuras do detetive Hercule Poirot, primeiramente, no mítico trem Expresso Oriente, onde ele tem de desvendar a suspeita morte de um rico empresário. Em seguida, o mesmo Poirot, já no Egito, viaja em um mortal cruzeiro pelo Rio Nilo. Aconselhamos esta fascinante leitura, a todos que apreciam a obra de Agatha Christie.
E finalmente, no Tu já viu, passaremos a falar dos filmes de Jerry Lewis, um dos comediantes mais famosos do cinema. Começaremos a vasculhar sua carreira, ainda no início, revisitando o clássico, "Visit to a Small Planet", ou "Rabo de Foguete", como ficou conhecido no Brasil. A temática deste sucesso de risadas, ainda que discutida de forma muito bem humorada, é ligada ao tema da Ufologia, ciência que estuda o fenômeno dos OVNIs (Objetos voadores não identificados), e à possibilidade de vida além de nosso mundo azul. No Planeta X-47, o estudante alienígena Kreton, desafia seu professor E.T., matando aulas para visitar a Terra, a bordo de um disco voador. Sua fama não é nada boa! O encrenqueiro, em uma de suas irresponsáveis visitas espaciais, teria sido o responsável por destruir toda a vida em Marte, transformando-o no deserto vermelho, tal qual o conhecemos. Não é à toa, que seu mestre quisesse manter o rapaz, bastante longe da Terra. Imagine as catástrofes que ele poderia causar, caso se estabelecesse por aqui! Infelizmente, sua curiosidade é incontrolável, e ele não resiste a dar mais um de seus furtivos passeios. Nesta ocasião, Kreton programa sua nave para visitar a Terra, durante a época da Guerra Civil americana, mas erra nos cálculos de tempo, e pousa com 90 anos de diferença, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos. O ano é 1960 e sua nave aterrisa na casa de uma personalidade, o famoso apresentador de TV, Roger Putnam Spelding, justamente ele, que estava preparando o roteiro de um de seus programas, no qual, defenderia sua tese de impossibilidade de vida fora da Terra. Vestido como soldado confederado e com a mais humana das aparências, Kreton, não tem dificuldades em fazer amizade com seus novos amigos, que estavam indo à uma festa à fantasia. Passando-se despercebido como humano, Roger Putnam, sua esposa Rheba e a filha Ellen, o acolhem da melhor maneira possível, sem suspeitarem de sua real e misteriosa identidade interplanetária. Eles, até o convidam para ir à festa. A partir daí, se iniciam as confusões de nosso alien herói, tentando se adaptar aos estranhos costumes terrestres. É assim que começa esta incrível comédia em P&B, rodada em 1959 e lançada nos cinemas americanos, em fevereiro de 1960. Quem assistiu a este longa na Sessão da Tarde, durante os anos 70, certamente sabe qual será o fim da história. Se você tiver oportunidade, não deixe de conferir esta obra prima do mestre Jerry Lewis. Apesar do tom de humor do filme, é bom lembrar que a película foi produzida numa época de intensos avistamentos ufológicos, e o assunto dos Discos Voadores, estava mais do que em moda na época. Foi uma grande sacada dos produtores, transformarem um assunto sério, nesta excelente e típica comédia dos anos 60. Dirigido por Norman Taurog, o mesmo de “Dr. Goldfoot and The Bikini Machine, “Rabo de Foguete” incluiu no elenco, além de Jerry Lewis, Joan Blackman e Earl Holliman. O filme está à venda em DVD no site amazon.com. Infelizmente, a cópia disponível, não trás legendas ou áudio em português.
Por PH.



.jpg)



.jpg)





