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E se juntássemos três dos maiores sucessos de vendas da empresa americana Mattel, em um único vídeo. Foi essa a ideia que teve o animador carioca de Stop Motion, PH, quando resolveu fazer este filme. Preparem-se!! Vem aí o confronto do século!!! De uma lado, temos Ken, o namoradinho da boneca Barbie. Do outro, Max Steel, símbolo de força e um herói muito popular entre a garotada sedenta por aventuras. Max é um brinquedo e personagem de série de comutação gráfica, criado nos estados Unidos no ano 2000. Ele é um agente super secreto que defende o mundo das forças do mal. Entre seus inimigos estão os terríveis Pioshic e Bio Cobra. Será que Barbie conseguirá salvar Ken de ser trucidado pela força e músculos de Max Steel? Tirem as crianças de frente da tela! As imagens a seguir são muito, muito fortes!! He He He! Esta é mais uma Toy Animation (animação Quadro a Quadro de PH), publicada na internet, pelo blog Tu já viu.


Por Edy Tando.



O personagem Durango foi criado nos anos 80, pelo desenhista belga Yves Swolfs e as primeiras edições do herói, foram publicadas pelo selo Alpen.
O artista estudou no Instituto Saint-Lukas em Bruxelas e seu primeiro trabalho surgiu em O Nono Sonho em 1978. Swolfs também é o responsával por "Dampierre" e "Le Prince de la Nuit", mas foi com o Western Durango, que conseguiu um destaque maior no mundo da Banda Desenhada (gibis). Apesar de ter sido idealizada na Europa, esta é uma série de Faroeste que retrata muito bem os tempos do Velho Oeste. Como somos fãs de Quadrinhos franco-belgas, decidimos trazer para a internet, um trecho do antigo programa TOP TV, exibido nos anos 90 nas tardes de Domingo que fala justamente disso. A matéria tem a produção de Richard Kiaw e Pedro Peixoto, e conta com a locução de PH. Aliás, a narração teve de ser inteiramente gravada recentemente pelo próprio PH, já que não foi feita na época, por ocasião da reportagem. A equipe do TOP TV, preferiu deixar as imagens aparecendo, sem nenhum tipo de fala no fundo. Neste vídeo, havia somente a apresentação de Fabíola Vilanova e as imagens de Durango. Nós do blog Tu já viu, reeditamos todo o material, para prestar uma merecida homenagem a um gênero fascinante e que anda meio esquecido.



Por Edy Tando.


A Hammer Film Productions foi uma produtora cinematográfica muito famosa, criada em 1934. Ficou famosa por seus filmes de Horror, produzidos entre 1955 e 1979, sendo que atingiu seu auge nos anos 60, com os clássicos de Drácula, Frankestein e A Múmia. O sucesso foi tanto, que a Hammer passou a dedicar-se exclusivamente ao gênero. No vídeo que editamos para esta matéria, mostramos um trecho do antigo programa TOP TV, diretamente dos anos 90, com locução de PH e produção de Richard Kiaw e Pedro Peixoto. Conheçam um pouco de um dos sucessos da Hammer, o filme "Horror de Frankestein". Nele, o Jovem Victor Frankstein volta da Universidade de Medicina, disposto a colocar em prática seu projeto mais ambicioso: criar uma nova vida, a partir de partes de corpos de pessoas já mortas. A obsessão do estudante com este monstruoso projeto, o leva a cometer um assassinato. Sua criação resulta num bizarro e vingativo ser, insatisfeito com o resultado da obra de seu criador. Considerada como uma das mais fiéis e assustadoras adaptações da obra de Mary Shelley, é recheada de cenas fortíssimas e humor negro. Este filme de 1970, foi lançado em DVD no Brasil em 2004 e se encontra à venda em lojas e na internet. A direção é de Jimmy Sangster e estão no elenco, entre outros: John Finch, Ralph Bates, Kate O'Mara, Veronica Carlson, Dennis Price, Bernard Arch e Graham James. O filme é um remake de A Maldição de Frankstein, com Peter Cushing e Christopher Lee, realizado pela própria Hammer em 1957.

Por Edy Tando.




Quem não lembra de Fantomas, O Guerreiro da Justiça, desenho animado japonês, exibido na antiga TV Tupi nos anos 70, como parte das atrações do Clube do Capitão AZA? Fantomas era um herói do bem, apesar de sua esquisita aparência e teve 52 episódios, produzidos em 1967. Ele surgiu para defender a Terra de ameaças que aparecem a cada 10.000 anos. Iniciaremos neste post, uma galeria de vilões famosos de seriados, gibis e desenhos animados. Para começar, relembraremos a figura maléfica do Doutor Zero, o principal inimigo de Fantomas. Presença constante nas aventuras do herói caveira, Zero era um malfeitor com quatro olhos, cada um de uma cor e que disparavam raios. Ele possuía ainda, uma garra no lugar de uma das mãos. A base de operações deste maligno ser, ficava em uma torre na forma de cone que voava e se embrenhava na terra ou saía dela, como se fosse uma escavadeira. Ajudado por um capanga de nome Gorgo, não dava trégua para Fantomas, Marie, Terry, Gabi e o Doutor Steel. Eram eles, os melhores amigos de nosso querido e esquelético personagem e viajavam de um lugar a outro, sempre a bordo de seu disco voador, o Super Carro. Eleito por nossa equipe como um dos mais assustadores malfeitores da telinha de todos os tempos, é ele que abre o desfile de figuras abomináveis que aparecerão de vez em quando no Tu Já Viu. Eles são do mal, mas de mentirinha e por isso, também merecem ser lembrados. Se não existissem figuras como essas, contra quem iriam lutar nossos heróis preferidos?

Por PH.


Ele esteve algumas vezes no Brasil, mas foi a sua visita no ano de 1969 que acabou sendo a mais documentada de todas. Nesta ocasião, Jonathan Harris, o eterno Doutor Smith de Perdidos no Espaço, foi ao programa da Hebe e ainda achou tempo para encontrar com o apresentador infantil, Wilson Viana, o Capitão AZA. O Videomaker carioca PH, produziu um filme que fala desta passagem de Smith por terras tupiniquins. Aproveite também, para conhecer um pouco da trajetória deste competente ator americano de estilo shakesperiano e sotaque britânico. Não, ele não era inglês, mas adorava falar como os súditos da Rainha Elisabeth. Quando perguntavam a ele, o motivo desta característica marcante, ele respondia que era apenas um jeito afetado de falar. Jonathan Harris morreu em 2002, tendo cumprido a missão de eternizar a figura do Doutor Smith no mundo dos seriados de TV. Que saudades!!! Veja mais detalhes em: http://www.scoretrack.net/harris.html


Por Edy Tando.




As crianças de hoje em dia, não se lembrarão, mas este foi um dos melhores programas infantis exibidos nos anos 70, no Clube do Capitão AZA da extinta Rede Tupi de Televisão. Super Dínamo ou Paaman para os nipônicos, foi uma das primeiras animações japonesas que chegaram ao Brasil, num mesmo pacote que trazia outros desenhos animados vindos da Terra do Sol Nascente. Eram eles: Fantomas, Zoran, Esquadrão Arco-Íris, Shadow Boy e Speed Racer. Criado pelo Studio Zero em 1967, Super Dínamo é na verdade, Mitsuo, um menino comum como qualquer outro que foi recrutado por um alienígena, conhecido aqui como Super-Homem. Este estranho ser, entregou-lhe um uniforme com capa, capacete e comunicador. Este último acessório era necessário, para que Mitsuo pudesse se comunicar com outros Dínamos que surgiriam ao longo da atração. Todos heróis desta série, ganharam números no lugar de nomes e Mitsuo era o primeiro e líder da turma. Havia ainda o macaco Bobby, chamado de número 2, a garota Parco, conhecida como número 3, o garoto Parien, o número 4, e um bebê de número 5. Como Mitsuo não podia largar sua vida comum e tinha que conciliar seu super trabalhos com os deveres da escola e as brincadeiras de garoto, ele possuía mais um artifício extra-terrestre para ajudar neste desafio. Toda vez que o herói precisava entrar em ação, lançava mão do andróide Robô-Cópia. Mitsuo apertava o nariz deste ser mecânico, e criava uma réplica fiel, igualzinha a a ele. Era ela que ficava em casa fazendo as lições do colégio, enquanto Dínamo vivia grandes aventuras. O único problema é que qualquer pessoa que apertasse o nariz do boneco, originaria automaticamente um clone seu. Era por isso que o Cópia ficava sempre escondido no armário de Mitsuo. Imagine a confusão que causaria se caísse em mãos erradas! Se gostaram deste artigo, aguardem que vem mais por aí. No próximo post, falaremos da vinda do ator Jonathan Harris, o Doutor Smtih de Perdidos no Espaço ao Brasil, em 1969. A foto que ilustra esta reportagem é de um brinquedo japonês de Super-Dínamo.


Por PH.




Este é um dos Making of, mais bem humorados de todos os tempos. Mostramos aqui, como fizemos uma animação em Stop Motion com o casal de bonecos mais famosos dos brinquedos: Barbie e Ken. Ficamos surpresos com a quantidade de brincadeiras de que fomos alvo, depois que publicamos o vídeo na internet. O autor do filme, o animador carioca PH e sua equipe, ouviram muitas coisas engraçadas, e também muitos elogios a respeito desta produção. Levaram tudo na brincadeira e transformaram esta aventura em uma grande piada. Quem assistir ao filme a seguir, descobrirá o mistério por trás da técnica usada para dar vida aos personagens na telinha, e se divertirá bastante com a narração que conta tudo: o antes, o durante e o depois. He He He!


Por Edy Tando.



A boneca Barbie foi criada por Ruth Handler e seu marido Elliot em 1959, depois de observar o comportamento de sua filha e descobrir que ela, mesmo adolescente, ainda brincava de bonecas. Foi pensando nesta faixa etária e baseado em uma boneca alemã erótica, que surgiu um dos maiores sucessos de venda de todos os tempos da indústria de brinquedos. Barbie foi também, a primeira boneca a ter acessórios e a ser maquiada. Produzida até hoje pela fábrica de brinquedos Mattel, já teve várias versões e em 1961, ganhou um namorado chamado Ken. É sobre ele, esta matéria do Tu Já Viu. Continuamos dando vida a brinquedos, a partir de animação Quadro a Quadro (Stop Motion). Estamos tomando um verdadeiro gosto por este ancião processo de animação do cinema e o leitor mais atento, encontrará diversos filmes produzidos em nosso blog, com antigas peças pertencentes ao acervo particular do animador carioca PH. Como a sua coleção não é tão grande assim e ficar restrito a ela, acabaria limitando demais o trabalho, decidimos pegar emprestado, alguns brinquedos diferentes dos que temos. Foi aí que surgiu a idéia de fazer um filme com Ken, o companheiro de Barbie e um dos mais novos personagens de Toy Story da Disney. É o que você confere no vídeo a seguir, realizado por PH, num domingo ensolarado de julho de 2010. Agradecemos às amigas Thássia e Inaira, pelos brinquedinhos que cederam à nossa produção.

Por Edy Tando.


Neste post, decidimos homenagear dois grandes apresentadores da televisão. Revirando o nosso baú, descobrimos mais um trecho da entrevista que o Capitão AZA deu ao programa Vídeo Show da Rede Globo, nos anos 90. Neste pedaço que editamos para você, Wilson Viana fala sobre Chacrinha, O Velho Guerreiro. Como já possuíamos um material deste emblemático apresentador e descobridor de calouros, remontamos as imagens, incluindo cenas de auditório, gravadas nos antigos estúdios da TV Tupi, na Urca. Para fechar bonito a matéria, no final do vídeo, aparece o eterno cantor Raul Seixas. É mais uma raridade em sua telinha do computador, no blog mais surpreendente da internet, o Tu Já Viu.






Quem gosta de Guerra nas Estrelas, adoraria possuir um dos exclusivos capacetes de Darth Vader, pertencentes ao projeto americano, Vader Project. Nele, 100 dos mais renomados artistas de nosso tempo, como Shag, Marc Ecko, Tim Biskup, Frank Kozik e muitos outros, reinventaram a cabeça deste famoso malfeitor de Star Wars. Cada peça foi pintada, transformada e personalizada, segundo a visão própria de cada um que participou desta artística empreitada. Os objetos ficaram expostos na Filadélfia, Pensilvânia, entre os dia 5 e 9 de Julho de 2010, antes de serem vendidos no dia 10 do mesmo mês. A exposição gerou um lindo catálogo impresso, onde os interessados podiam se familiarizar com estes incríveis e únicos itens, antes de adquiri-los. A foto que ilustra a matéria, apesar de não ter nada a ver com este evento, mostra o Repórter da Fantasia PH (gerador de conteúdo do blog), no ano de 2003 em Londres, na loja de brinquedos Hamleys. O também colecionador, foi clicado, diante de um gigantesco Darth Vader, feito de Lego. A outra fotografia, exibe um dos tão sonhados capacetes do vilão negro de Guerra nas Estrelas. Muitos gostariam de tê-lo, mesmo que sem pintura alguma.

Por Edy Tando.


Estamos publicando a segunda parte da entrevista do Repórter da Fantasia e Arqueólogo Televisivo PH, no Sem Censura da TVE do Rio de Janeiro. Foi ainda no começo dos anos 90 e com a apresentação de Marcia Peltier, que o intrépido caçador de seriados antigos e Revistas em Quadinhos, foi à essa clássica atração da televisão brasileira. Há muitos anos e hoje com apresentação de Leda Nagle, o Sem Censura trás a participação de inúmeros profissionais e artistas, falando de seus trabalhos. Foi uma ótima oportunidade para divulgar toda uma vida dedicada à mania de coleções. A primeira parte deste Sem Censura com PH, já foi publicada na internet e pode ser conferida aqui mesmo no Tu já viu. Digite Sem Censura e conheça a trajetória deste radialista carioca, um homem de hobbies. Nesta aparição, o locutor colecionador, fez questão de mostrar várias peças de seu acervo, em rede nacional. Alguns momentos engraçados acontecem, como na hora em que Marcia peltier resolve colocar as orelhas de silicone do Senhor Spock de Jornada nas Estrelas, sem a menor cerimônia. Nesta continuação do programa que não havia sido postada até agora, PH responde às perguntas dos telespectadores. As irmãs Metralha da Xuxa e outros convidados que estavam presentes neste dia, ficaram perplexos com o clima de saudosismo que contagiou a todos.


Por Edy Tando








Fora do contexto, elas podem parecer engraçadas, mas são figuras de linguagem imprescindíveis, quando o assunto é reproduzir a ideia de um som, seja ele, fonema, palavra ou barulho. Quem já não se deparou com expressões como, Boing, Boum, Bang e outras mais? A Onomatopeia é um dos artifícios mais utilizados em HQs, e não poderia ser diferente. Seria preciso para um meio de expressão sem sons, encontrar uma forma correta de fazer os leitores entenderem o ruído produzido pelo ranger de uma porta ou por um tiro disparado por uma arma. Existem muitos outros, além desses. Procedimento bem comum nos gibis, o uso de Onomatopéias foi levado às últimas consequências no seriado de TV dos anos 60, Batman. Abusando do famoso Crash, exibido em seguida a muitos dos socos proferidos na telinha, pela Dupla Dinâmica e os vilões que enfrentava, este recurso linguístico foi promovido à categoria de elemento cult. Virou coisa de mundo moderno. Não é difícil encontrar estes verdadeiros sons desenhados, aparecendo em capas de caderno, de discos e por aí vai. A grande vantagem deles, é que são de entendimento universal e qualquer pessoa do planeta poderá compreendê-los, onde quer que esteja. Em 2009, o Repórter da Fantasia, PH, não resistiu a se deixar fotografar em frente à uma bomba de mentirinha em Islands of Adventure na Flórida. Pelo que estava escrito naquele explosivo de brincadeira, concluímos que a detonação do artefato seria imediata. Compreendeu qual é o real poder da Onomatopeia? Ainda bem que não passava de pura fantasia! Se todas as bombas do mundo fossem iguais a essa....... Difícil mesmo, neste artigo, foi escrever ideia e Onomatopeia, sem o acento da letra e. Segundo as novas regras de nossa língua, este sinalizador ortográfico deixou de existir neste caso. Soou estranho, mas é o correto.

Por PH.






Tenho animado vários brinquedos nos últimos tempos com a técnica de Stop Motion (Animação Quadro a Quadro), e colocado os vídeos na internet. Outro dia, estava pensando em animar algo diferente de bonecos ou carros. Peguei minha câmera, coloquei uma cartolina verde como fundo e já estava eu fazendo tudo da maneira mais tradicional, quando tive uma sacada. E se eu animasse as próprias câmeras? E se fossem elas as personagens do filme? Isto me pareceu bem diferente. Consegui uma máquina de filmar de mentirinha e uma outra de Mini-DVD e coloquei uma terceira câmera para registrar toda a cena. Posso dizer que foi o meu primeiro trabalho na vida, usando três câmeras. He He He! Faltava então, bolar a história. Pensei em algo mais para o lado romântico, e depois de muito, muito tempo, estava pronta a animação. Dei a ela o nome de Love Cameras. Depois, fiz uma versão em Chroma Key e resolvi disponibilizar os dois trabalhos na rede. Divirtam-se!!!

Por PH.






Talvez você não saiba quem sejam Erin ou Diane Murphy, mas se falarmos no nome Tabitha Stephens, as coisas possam começar a clarear em sua mente. As duas meninas são gêmeas, e nasceram em junho de 1964 em Encino, California. Diane, quando era ainda bem pequena pequena, atuou na primeira temporada do seriado A Feiticeira, como a filha da bruxinha Samantha Stephens. Após esta participação, Diane deixou as gravações, sendo substituída por sua irmã Erin, que ficou até o final do seriado. Esta dupla interpretação em família, aconteceu sem que ninguém suspeitasse do truque, devido à semelhança e mesma estatura das duas. Conseguimos uma foto autogradada das duas irmãs e fizemos questão de dar o devido crédito da fonte, afinal, é uma raríssima imagem, e ajudou a elucidar mais um mistério do mundo dos seriados. Muitos desconheciam este fato, mas, PH, o Repórter da Fantasia, que é do signo de Capricornio, e não de Gêmeos, desvendou tudo para você, leitor do Tu já viu.



Por PH.

Capitão América é o alter ego de Steve Rogers, um personagem de HQ da Marvel Comics. Foi criado por Joe Simon e Jack Kirby e apareceu pela primeira vez, na revista Captain America Comics número 1 em março de 1941. A origem do Capitão América foi fortemente influenciada pela onda de patriotismo americano, surgida durante a Segunda Guerra Mundial para combater o nazismo. Ao lado de seu parceiro Bucky, o Capitão América viveu muitas aventuras neste bélico período da história mundial, mas acabou caindo no esquecimento após o fim do conflito. Felizmente, começou a reviver aos poucos para além dos gibis. Teve vários filmes produzidos, embora nenhum tenha chegado à altura do que merece este herói. Ele foi o primeiro da Marvel a ter uma adaptação para a Sétima Arte. A Saga do Capitão na telona começa em 1944 com uma série exibida em capítulos nos cinemas. Nesta antiga produção, ele vive o papel do advogado Grant Gardner que nesta época, já possuía seu tradicional escudo. O Capitão teve ainda, dois filmes produzidos para a televisão, lançados em 1979, e exibidos nos Estados Unidos pela emissora CBS. Foram eles: Capitao América e Capitão América II. No ano de 1990, foi a vez de Captain America, estrelando Matt Salinger. Este filme foi rodado na Ioguslávia, e nunca passou nos cinemas, sendo vendido apenas em VHs em 1992. Após tantas produções evasivas, talvez seja por isso que os fãs do herói em todo mundo, estejam esperando ansiosamente pelo novo filme, Capitain America: The First Avenger. Com data para chegar às telas em 2011, mostrará os primeiros anos do Universo da Marvel, quando Steve Rogers, após ser considerado inapto para o serviço militar, se oferece como voluntário em um projeto experimental que o transformará em um super soldado. Este, é claro, ficará conhecido como Capitão América. Já na pele de super-herói, passa a defender os ideais americanos, numa eterna luta do "bem" contra o "mal". Com versões em 3D e 2D, produção da Paramount Pictures e Marvel Studios, é esperar pra ver se esta nova produção emplacará de verdade, dando o real status que um personagem como o Capitão América merece. A foto que ilustra a matéria, foi tirada no ano de 2009 em Islands of Adventure na Flórida e mostra o Repórter da Fantasia, PH, ao lado de um enorme painel do Capitão. Que felicidade!!!! Que felicidade!!!

Por PH.



Tintin é um jovem repórter de espírito destemido e que percorre o mundo em busca de aventuras. Desde pequeno, sou fã deste personagem belga, criado por Hergé em 1929. Creio que a personalidade exploratória do herói dos Quadrinhos mais popular da Europa, tenha influenciado definitivamente a minha maneira de encarar a vida. Assim que me tornei adulto e passei a trabalhar, tomei gosto por viajar. Ao longo dos últimos 20 anos, durante as férias, tenho explorado bastante, o nosso ameaçado planeta. Percorri muitas distâncias, nesta busca infindável por conhecer novas culturas e mundos diferentes do meu. Em uma dessas viagens, visitei Santiago do Chile e parti para um emocinante passeio pela Cordilheira dos Andes. Toda aquela mística paisagem branca coberta de neve, me lembrou bastante, o álbum Tintin no Tibete. Idelaizada e produzida nos anos 50 e lançada na França em 1960, esta edição de Tintin, reflete um momento muito particular do autor. Hergé acabara de se divorciar e enfrentava profundos problemas pessoais. Neste título, Tintin e o Capitão Haddock partem em busca de um avião acidentado no Tibete. O objetivo da empreitada, seria o de resgatar o amigo de Tintin, o chinês Tchang. Em meio aquela minha fantástica aventura em terras sul-americanas, toda essa história do livro, passou como um flash em minha cabeça. Eram dois locais bem diferentes e separados por milhares de kilômetros. A paisagem, por sua vez, era muito semelhante à do Tibete que conheci ainda criança, nas páginas das aventuras de Tintin. Somente ontem, resolvi fazer um vídeo, mostrando esta magnífica experiência que vivi. É o que você confere no filme a seguir.
Por PH.




Lançado em março nos Estados Unidos, pela editora TwoMorrows Publishing e com uma belíssima capa do desenhista Alex Ross, recomendamos aos amantes de antigos seriados, o belíssimo livro em capa dura, The Age of TV Heroes. Pesquisando a vida de atores que participaram de famosos programas de televisão, ligados ao universo dos super-heróis, esta publicação trás histórias reais, além de entrevistas com Adam West (Batman), Lynda Carter (Mulher Maravilha), Patrick Warburton (The Tick), Nicholas Hammond (Homem Aranha), William Katt (Super Herói Americano), Jack Larson (As Aventuras do Super-Homem), John Wesley Shipp (The Flash), Jackson Bostwick (Shazam!) e muitos mais. Esta edição de 192 páginas em inglês, recheada de fotos coloridas, examina os seriados de televisão, desde os anos 1950, até a década de 2000, incluindo uma passagem pela série Small Ville. Há ainda os comentários de Reb Brown, Stephen J. Cannell, Chip Kidd, Stan Lee, Noel Neill, John Romita, Alex Ross, Ilya Salkind, Lou Scheimer, Lorenzo Semple, Lyle Waggoner, além de outros atores, produtores e equipe. Custa $26,37 na loja virtual amazon.com, o que deve dar algo em torno de R$100,00, já com os valores de portes.


O Capitão Aza foi um dos maiores apresentadores infantis da televisão brasileira e deixou muitas saudades, desde que partiu em sua nave celestial, rumo às estrelas. Nós do blog Tu já viu, sempre que podemos, prestamos nossas devidas homenagens à esta inesquecível figura da infância de muitos quarentões por aí. Pedimos a um DJ amigo nosso, que desse uma atualizada na música tema de abertura do programa, a canção Sideral. O resultado ao nosso ver, ficou tão legal e diferente, que resolvemos montar um vídeo, juntando cenas do programa da Rede Tupi de TV e esta inusitada versão do hit do Capitão. Esperamos que gostem. A nossa intenção é apenas enaltecer o ator, apresentador e mago lúdico das crianças de antigamente, o nosso querido e eterno Wilson Viana.


Por PH.



Esta matéria foi feita, com o objetivo de homenagear os artistas que deram vida a série Thunderbirds em sua versão quadrinizada. As imagens do filme, feito para este artigo, foram extraídas de duas revistas publicadas em 1992 na Inglaterra: Thunderbirds in Space e Thunderbirds to the Rescue. Muitos talvez não saibam, mas a saga dos marionetes Thunderbirds, não acabou com o fim do seriado da TV. Continuou no papel, através do traço de artistas como, Frank Bellamy, Steve Kyte e Graham Bleathman. Na verdade, a trajetória de Thunderbirds em Quadrinhos, começou muito antes da publicação destas duas edições dos anos 90. Foi nas páginas da revista Century 21, que editava todo o material referente a produção de Gerry Anderson, que o gibi ganhou forma. Anderson é o mestre da técnica de animação conhecida como Supermarionation e criador de vários outros bonecos famosos de séries de televisão. Desconhecida da maioria dos brasileiros, a HQ dos Thunderbirds ressurge agora, neste filmete realizado pelo Videomaker carioca, PH.


Por Edy Tando.


Ele foi criado nos anos 50, pelo desenhista Mort Walker. Inicialmente, seria apenas um simples estudante universitário. Logo, tornaria-se um popular personagem de tiras de jornal. Não durou muito tempo para que já devidamente uniformizado de recruta, ganhasse seu próprio gibi. Junto com ele, surgiram vários outros heróis famosos. Em um quartel americano, o Recruta Zero vive as suas hilárias aventuras, ao lado do Sargento Tainha, o cão Otto, Dentinho e muitas outras figuras. A foto que ilustra a matéria, foi tirada em 2009, no Parque Islands of Adventure em Orlando. Em visita à ilha de diversões Toon Lagoon, o Repórter da Fantasia, PH, se deixou fotografar ao lado deste magnífico painel do Recruta Zero. Foi daí que veio a ideia de preparar uma matéria, contando as origens deste simpático militar dos Comics americanos. Confira no vídeo a seguir, a trajetória deste soldado raso que encantou e encanta até hoje, uma legião de fãs em todo o planeta.


Por Edy Tando.



Muitos a chamam de EURODISNEY e outros de Disneyland Paris. Nós do Tu já viu, resolvemos fazer um breve vídeo, mostrando qual é a maneira correta de se chamar este complexo da Disney, localizado nos subúrbios de Paris e que atrai visitantes de todo o mundo. Juntamos algumas fotos antigas de viagem tiradas em 1997 e o vídeo estava pronto. Pedimos aos seguidores do blog, desculpas pelo caráter ancião das fotografias, mas só tínhamos este material. Por falta de patrocinio (He He He), não tivemos mais oportunidade de regressar a esta maravilhosa terra americana da fantasia, localizada na França. Logo que arrumarmos um mecenas disposto a bancar uma nova aventura dos blogueiros mais viajandões da internet, retornaremos a este lugar e faremos várias matérias. Paris, não é só a terra de Asterix e do Louvre.


Por Edy Tando.



Desde 1997 em Sintra, Portugal, existe um local que exibe todos os brinquedos conseguidos por um menino, ao longo de uma vida. Juntando preciosidades desde que tinha 14 anos, João Arbués Moreira iniciou esta coleção com os presentes que ganhava da família e dos amigos. Hoje, todo este acervo já passa de 45.000 peças. No ano de 2005, nossa equipe blogueira teve a felicidade de visitar Portugal e conhecer o local, instalado no antigo Quartel de Bombeiros de Sintra, distrito de Lisboa. Foi uma experiência incrível, poder conferir de perto, um vasto material reunido durante mais de 50 anos. Lá, encontramos até o foguete do personagem Tintin, que apareceu nos álbuns Rumo à Lua e Explorando a Lua. O mais incrível, é que estávamos de posse de todas essas imagens, há bastante tempo, mas só agora, resolvemos editar tudo no filme que verão a seguir, produzido pelo Repórter dos Seriados PH. Viajandão de carteirinha.

Por Edy tando.



Por Edy Tando.


Tintin é certamente um dos personagens de Quadrinhos Europeus mais queridos. No Brasil, a popularidade do herói não é lá essas coisas, embora seus livros sejam editados e encontrados em livrarias tupiniquins. Na Europa, a situação é bem diferente. Partindo da Bélgica, onde foi criado por Hergé em 1929, Tintin conquistou fãs em países como a França, Alemanha, Suíça, Portugal, Espanha, e muitos outros. Suas aventuras, já foram traduzidas em diversos idiomas europeus. Atualmente, é possível comprar bonecos e outros artigos de Tintin, não apenas na França e Bélgica. Para se ter uma idéia, já existem diversas lojas conhecidas como Tintin Shops, espalhadas pela Europa. Passeando em Madri, no ano de 2005, nossa equipe se deparou com um bar belga em plena capital espanhola, localizado próximo à Plaza Mayor, cartão postal mais famoso da cidade. Para nossa surpresa, havia um boneco do Tintin do lado de fora, que não escapou às lentes de nossa câmera. Dá até para imaginar à primeira vista, que estamos em Bruxelas, terra do destemido repórter, mas estas imagens foram captadas bem distante da terra natal de Tintin, o que prova mais uma vez, que sua fama não se resume somente ao mundo francofônico. Infelizmente, cometemos a falha de não pegar o nome deste estabelecimento. Fica para a próxima. À esquerda, confira o blogueiro PH, ao lado de seu herói predileto. Que felicidade!! Viva a Espanha!!


Muitos pedidos chegaram a este blog, para que fizéssemos uma matéria sobre os Flintstones, a família da Idade da Pedra, criada e produzida pela Hanna-Barbera nos anos 60. Inspirado no clássico seriado, The Honeymooners, Os Flintstones é um desenho animado de sucesso no mundo inteiro, e já foi visto por milhões de espectadores em todo o planeta, inclusive no Brasil, onde já foi exibido em diversos canais de televisão. Trazendo o dia a dia de duas famílas vizinhas que moram em Bedrock, uma cidade com 2.500 habitantes, no ano 1.040.000 A.C., tem entre os seus personagens principais, o casal Betty e Barney Rubble e Freddy e Vilma Flintstone. Não podemos esquecer de Dino, o dinossauro de estimação e de Bambam e Pedrita, as crianças que surgiriam mais tarde, como os filhos dos Ruble e dos Flintstones. Pensamos bastante antes de começar a escrever, pois sabemos que existem diversos artigos sobre este assunto na internet. Precisávamos de algo diferente para publicar. Foi aí que nos lembramos de ter visitado Santiago do Chile no ano de 2006, e ter descoberto um bar, inspirado nestes famosos personagens da animação. Mostramos a seguir, o vídeo gravado no bairro da Providência, onde encontramos este inusitado lugar. É surpreendente achar algo assim, em plena América do Sul!! Não sabemos se o local ainda existe, nem o seu nome, mas valeu à pena, como mais uma curiosidade deste tão rico mundo dos desenhos animados e seriados de TV.


Por PH.






Colecionador é coisa seria. É uma busca constante por relíquias, muitas das quais, conseguidas após anos de intensa procura. Vamos mostrar aqui, a meta de consumo de um colecionador, que era a de ter uma miniatura do Batmóvel do seriado Batman dos anos 60. Este fantástico veículo dos sonhos foi construído, baseado em um modelo verdadeiro. A fonte de inspiração era o experimental Lincoln Futura Concept 1955, um prodígio de sua época e que custou cerca de $250.000,00 para ficar pronto. Este bólido futurista, participou de diversos eventos automobilísticos e programas de televisão. Após cair no esquecimento por um tempo, foi remodelado pelo desenhista George Barris, que teve apenas três semanas para deixá-lo do jeito que conhecemos. A partir daí, se tornaria o famoso Batmóvel de Batman e Robin, eternizado pelo programa de TV, produzido pela Fox nos anos 60. O vídeo a seguir, mostra de forma bem humorada, a importancia que os colecionadores dão aos seus objetos de desejo e como isso pode se transformar em uma verdadeira aventura. Ficamos sabendo também, das rivalidades que existem neste meio, onde o importante é colecionar, colecionar, colecionar e não ficar para trás. Divirtam-se!!


Por Edy Tando.




Ficamos surpresos, quando descobrimos esta foto do Danny da família Dó Ré Mi na internet (foto da direita). É normal que saudosistas de plantão, tenham curiosidade em saber como se encontram hoje em dia, os seus ídolos de infância, mas essa foi demais. Encontrar aquele garotinho carismático e músico da Famíla Partridge, simplesmente irreconhecível, chegou a ser cômico. Não dá para imaginar como se processou essa transformação, mas fizemos questão de registrar no blog. Danny Bonaduce, seu nome real, nasceu em 1959 na Pennsylvania, estourou na Tv nos anos 70 como o Danny da família Dó Ré MI e teve uma vida pessoal bastante tumultuada, já tendo se envolvido em diversos tipos de confusão. Já trabalhou como comediante, e nos últimos tempos passou a apresentar programas em rádio. Atualmente, comanda o Morning Drive Time na estação WYSP na Philadelphia, onde mora. Santa Mudança, Batman!! Bombou no Tu já viu!! Bombou mesmo!!

Por Edy Tando.



E como o assunto no blog, nos últimos tempos, tem sido Stop Motion, vamos tirar do fundo do baú, a animação Mio e Mao, dois gatinhos de massa de modelar que eram a grande sensação da garotada que assistia ao Programa Globinho Super Colorido, apresentado por Paula Saldanha. Criado por Francesco Misseri e produzido no começo dos anos 70 na Itália, por Misseri Studios and Mad Mouse Movies, teve uma continuação no ano de 2005, depois de 30 anos desaparecido da televisão. Não lembramos de ter visto esta nova versão por aqui no Brasil. É uma pena, pois esta atração infantil era extremamente bem feita e deixou muitas saudades. Quem não se lembra da música de abertura do programa, “ mio mao mio mao lalla lalla lá”? Mio de cor branca e Mao, vermelho, adoravam descobrir uma enorme variedade de animais e objetos que viviam escondidos em seu jardim. Um dos gatinhos saía para investigar o que havia à sua volta e geralmente, voltava assustado. Só então, os dois partiam para uma exploração conjunta e acabavam descobrindo que o motivo de seu pavor, se tratava de simples animais ou objetos que eles não conheciam. Havia uma fusão constante entre as massas dos personagens e era esse o ponto forte do programa, cujas histórias eram meio maluquinhas, sem pé nem cabeça. Para fazer Mio e Mao, os produtores lançaram mão de uma massa especial chamada Clay, que existe de verdade até hoje e é bem difícil de achar no Brasil. Foi daí que veio o nome Claymation Animation, para designar este estilo único de animação. Da primeira série, temos notícia da existência de 26 episódios que podem ser achados em DVD em vários países da Europa e Estados Unidos. Alguma emissora de TV brasileira, bem que podia reprisá-los. Tenho certeza que mesmo as crianças de hoje, iriam adorar.


Por PH.


Nas últimas postagens, tenho levado o leitor e espectador dos vídeos deste blog, a conhecer um trabalho de Animação Quadro a Quadro (Stop Motion), que venho realizando nos últimos tempos. Para tal, tenho utilizado antigos brinquedos que guardo em casa e que estão ganhando vida, graças a este maravilhoso artifício que já foi bastante utilizado no cinema. Achei necessário dizer que o meu interesse por animações do gênero, não vem de hoje. Desde pequeno, assistia na Sessão da Tarde da Rede GLobo, aos filmes do mestre desta arte, o brilhante Ray Harryhausen. São dele, pérolas cinematográficas como: Simbad e o Olho do Tigre, Jasão e os Argonautas, O Monstro do Mar Revolto e A Invasão dos Discos Voadores. Seu trabalho é reverenciado por diretores como Steven Spielberg, George Lucas, Tim Burton e James Cameron. Um pouco antes de conhecer a obra de Ray, já bebia na fonte de outra referência desta arte e que também influenciou Harryhausen em suas produções. Foi com o filme King Kong, realizado em 1933 por Willis O'Brien, que me deparei pela primeira vez, com bonecos que se movimentavam como que por encanto na tela. Foi somente nos anos 70, na mesma Sessão da Tarde, que decidi que algum dia, gostaria de fazer algo parecido, mesmo que não chegasse nem de longe, perto do talento dos artistas que citei. Era criança, quando vi o filme A Festa do Monstro Maluco. As cenas que acompanhei neste longa-metragem americano de 1967, nunca mais saíram da minha cabeça. Acho inclusive, que este cult da animação Stop Motion, está por trás do estilo de diretores como Tim Burton. A Festa do Monstro Maluco foi na verdade, uma grande paródia aos filmes de horror da década de 50 e 60. Nesta história de terror de mentirinha, destinada às crianças da época, aparecem os monstros mais famosos do cinema, em sua versão animada. Estão lá, Drácula, O Lobisomem, A Múmia, Dr. Jekyll & Mr. Hyde, O Monstro da Lagoa Negra, O Corcunda de Notre Dame e O Homem Invísivel, ao lado do Barão de Frankenstein e da maravilhosa e gatíssima Francesca. A trama se passa em um castelo, numa Ilha maligna. Nesta produção, a técnica de Stop Motion utilizada, recebeu o nome de "Animagic", que não deixa de ser, uma legítima representante da mais tradicional animação Quadro a Quadro. Os personagens desta aventura foram desenhados pelo cartunista Jack Davis, conhecido por seus Quadrinhos de terror, feitos na década de 50. O filme foi lançado no Brasil em 2006 com dublagem em português e pode ser comprado em DVD pela internet. Agradeço a todos que prestigiam o meu trabalho de animação aqui no blog. Eu sei que não tem dado para manter o mesmo padrão de qualidade em todos os filmetes que faço, mas estamos nos aperfeiçoando. Qualquer dia destes, partiremos para realizar filmes, nos quais não utilizaremos heróis conhecidos. A experiência com o ovo e a banana de nossas últimas empreitadas, já é um teste para que possamos, num futuro próximo, animar qualquer tipo de objeto. Não existe limite para o que podemos produzir, lançando mão de uma arte tão antiga quanto o Stop Motion. Basta utilisar a imaginação. Fiquem ligados!!! Vem muito mais por aí. Até breve!


Por PH.




Por serem personagens muito queridos e que fazem parte da mitologia do desenho animado Speed Racer, resolvemos realizar um Making of do último Stop Motion de Gorducho e Zequinha que postamos na internet. Para variar, deu muito trabalho para produzir os poucos segundos que são captados pelo espectador na tela. Parece simples, quando se vêem em cena, apenas dois personagens e uma banana, mas perdemos um dia inteiro para que tudo ficasse pronto. Isto, sem contar a produção deste outro vídeo, contando como tudo foi preparado, até chegar ao resultado final. Espero que gostem desta estrepolia, idealizada, manipulada, gravada, editada e sonorizada pelo carioca e animador, PH. O cara faz tudo sozinho! A única ajuda que teve desta vez, foi a de seu sobrinho Felipe de cinco anos, que participou ativamente da confecção deste filme. Houve também, uma colaboração decisiva do tempo. No dia em que o trabalho foi feito, amanheceu um lindo dia ensolarado. Iluminação natural é a melhor forma de obter um ótimo resultado, neste tipo de animação.


Por Edy Tando.



Speed Racer possui um irmão mais novo, chamado Gorducho. O menino tem um macaco de estimação endiabrado, chamado Zequinha. Juntos, o chimpanzé e o garoto, são responsáveis pelos momentos mais hilários do desenho animado Speed Racer, clássica animação japonesa dos anos 60 e sucesso até hoje, quando é exibido na TV. Pensando em homenagear Gorducho e Zequinha, esta dupla do barulho, o animador carioca PH, resolveu criar um Toy Movie, no qual os dois encontram uma banana pela frente. É claro que eles tem tudo para aprontar mais uma de suas traquinagens. Para fazer o filmete, foram usados dois bonecos de plástico dos personagens, uma banana, um fundo azul e muita paciência. É o que você confere aqui em mais uma animação Stop Motion do rei dos brinquedos animados, PH. O filme, como todos do gênero, levou muitas horas para ficar pronto e abusa de uma técnica de animação quadro a quadro, muito usada pelo cinema, antes do advento da tecnologia digital. O mestre deste processo foi Ray Harryhausen, responsável por filmes como Simbad e o Olho do Tigre e Jasão e os Argonautas.


Por Edy Tando.



Em 1977, havia nos Estados Unidos nas manhãs de sábado, um programa de TV chamado The Skate Birds (Os Locomotivos), com um estilo muito similar ao dos Banana Splits. No lugar daquela turminha atrapalhada que tinha dois cachorros, um elefante e um macaco, colocaram quatro pássaros patinadores, tão enrolados quanto seus antecessores. Os tempos eram os da patinação e já era de se esperar que as produtoras de programas infantis da época, se adaptassem aos modismos de então. A exemplo dos Banana Splits, Skate Birds era uma atração de uma hora de duração, na qual as aves mais loucas da televisão, apresentavam vários desenhos, entre eles, Os Robobos, Super Motoca, Sherlocão e Vopte e a A Ilha Misteriosa. Apesar de ter sido uma nítida tentativa da Hanna Barbera, em repetir o sucesso dos Banana Splits e da própria Ilha do Perigo (um dos principais filmes dos Banana Splits), estes dois programas com tema de arquipélago eram diferentes. A nova série apresentava as aventuras de uma família que foi parar na Ilha do Dr. Estranho, depois que ele causou a queda de seu avião. Os planos do malfeitor eram os de capturar o robô do grupo, P.O.P.S, uma engenhoca cibernética, avançada tecnologicamente e usá-lo em seus planos para dominar o mundo. O ser mecânico, aliás, era o mesmo Robô B-9 de Perdidos no Espaço, reformado especialmente para esta produção. Ele teve sua lataria pintada de branco e ganhou no lugar de sua cabeça, uma enorme cúpula transparente. Só não contou em seu interior, com o ator Bob May, a pessoa que ficava dentro da fantasia em Lost in Space, e que não participou desta pérola televisiva dos anos 70. No Brasil o programa Os Locomotivos foi ao ar em 1978, nos domingos ao meio-dia e recebeu esse nome por aqui, influenciado pelo sucesso da novela da Rede Globo, As Locomotivas. A última vez que tivemos notícia da exibição de A Ilha Misteriosa, foi em 2005 no canal a cabo Boomerang.

Por PH.


No final dos anos 90, nossa guerreira e aventureira equipe esteve na França e aproveitou para gravar lindas imagens no Parque Asterix, uma grande centro de diversões construído perto do Aeroporto Charles de Gaule, a trinta quilômetros ao Norte de Paris e que existe desde 1989. Trazendo como carros-chefe, os personagens criados por Albert Uderzo e René Goscinny em 1959, o parque já foi tema de matéria no Tu já viu. Pesquisando daqui e dali, encontramos mais imagens que registramos na época e resolvemos fazer um novo filme, mostrando esta grande atração parisience para adultos e crianças. Quem leu os Quadrinhos ou assistiu algum dos filmes e desenhos da série, sabe a emoção que é, estar perto de nossos queridos amigos gauleses. É claro, que de 1998 para cá, muitas coisas já devem ter mudado e novos brinquedos surgiram no Parque Asterix. Mesmo assim, resolvemos exibir estas antigas fotos, como um bom incentivo a quem desejar, um dia, conhecer este fantástico complexo europeu de entretenimento. Além de se deliciar com os famosos heróis dos gibis europeus, é possível visitar radicais montanhas russas. Não perca!!! Breve, faremos uma matéria, apenas com as bugigangas que compramos nas lojas do parque. Não deu para resistir. Trouxemos até o capacete do Asterix!

Por PH.

Transformers foi um verdadeiro ícone nos anos 80. Contaremos aqui, um pouco da história desses seres mecânicos que tinham o poder de transformar-se em veículos e vice-versa. Encomendado pela empresa americana Hasbro para divulgar sua nova linha de brinquedos robóticos, o desenho Transformers foi lançado em 1984 e virou febre entre a criançada da época. Teve diferentes versões no Japão e nos Estados Unidos. Os americanos, produziram a animação ocidental até 1987. Depois disso, coube aos Japas, prosseguirem com a série na versão em Quadrinhos (Mangá) e através de mais desenhos, até 1990. No ano de 1993 os americanos retomaram o projeto, sem muito sucesso, com Transformers Generation 2. Ainda nos Estados Unidos, a empresa Mainframe Entertainement Inc., produziria para a Fábrica de brinquedos Hasbro, a série Beast Wars em 3D que acabou virando o maior sucesso da franquia. No Japão, o contra-ataque veio com Beast Wars The Second, realizado em 2D. O sucesso não pararia tão cedo, gerando o primeiro filme da saga, Beast Wars Neo, em 1998. Várias outras iniciativas de produções, ainda aconteceram nos dois países, mantendo acesa a Transformersmania. Infelizmente, não vai dar para falar de todas aqui. Em 2007, chegaria a série Transformers Animated no Cartoon Network americano e desembarcando no Brasil em Junho de 2008. Da telinha para o cinema, foi um pulo e já foram rodados dois filmes: Transformers de 2007 e Transformers, The Revenge of the Fallen de 2009. Depois desse breve resumo, convidamos o leitor a conferir um vídeo realizado com técnicas de Stop Motion por PH, o incansável Repórter dos Seriados e autor de vários dos textos do blog. Usando brinquedos, PH cria suas próprias aventuras, recrutando personagens conhecidos de filmes, desenhos animados e gibis. Tudo é claro, feito com muito bom humor. Neste caso, o animador utilizou um boneco original dos Transformers, daqueles que eram vendidos nas lojas nos anos 80. O brinquedo possuía um dispositivo que o permitia fechar-se em torno de si mesmo, transformando-o em um carro. Nesta posição, ele ficava completamente travado. Para voltar à seu estado original, bastava friccioná-lo no chão em marcha à ré e soltá-lo. O Transformer retornava automaticamente à sua forma normal. Acho que este truque não funcionou direito para o nosso amiguinho do vídeo. Algo deu errado. Confiram!!!

Por Edy Tando.




Entre as séries que mais venero, está a de uma dupla de agentes secretos que viviam na época do Velho Oeste americano. The Wild Wild West, estrelando Robert Conrad como James West e Ross Martin, na pele de seu fiel amigo e também agente, Artemus Gordon teve um total de 104 episódios, distribuídos por quatro temporadas, entre 1965 e 1969. O seriado, inspirado nitidamente em filmes de James Bond, levou a trama de espionagem para um cenário de Faroeste. Da mesma maneira que Bond, James West também contava com um arsenal de dispositivos ultra modernos, para resolver os casos dos quais participava. Enquanto abusava de apetrechos nada convencionais para a época, seu amigo Artemus era um verdadeiro mestre dos disfarces. A união destes talentos foi fundamental para combater vilões clássicos como o Dr. Miguelito Loveless Quixote ou o terrível Conde Manzeppi. Entre os principais objetivos da dupla, estava o de proteger o presidente Ulysses S. Grant, contra todo tipo de ameaça. Muitos não vão lembrar, mas quando esta série passou no Brasil nos anos 80, exibida pela TVS de Silvio Santos, teve o bizarro nome de "O Valente Bonitão". Dá para crer num nome tão mal escolhido? Infelizmente, a série sumiu das TVs abertas, desde que passou no canal do Homem do Baú, voltando apenas à rede a cabo, mais precisamente, no Retro Channel. Vamos torcer para que este cult dos anos 60, retorne logo à televisão.

Por PH.


Agora, vamos abusar de sua memória. Este seriado cujo nome em português, não lembramos, foi exibido nos anos 80 pela TVS de Silvio Santos e fez parte de um pacotão de filmes comprados pela emissora do Baú, no começo de suas transmissões. The Good Life foi exibido junto com outros programas como, O Valente Bonitão (The Wild Wild West) e The Invaders (Os Invasores). Nesta época, era prática deste canal de TV, passar seus filmes em duas sessões. Caso alguém perdesse de ver determinado filme, poderia assistí-lo em seguida, repetido. Era muito prático, pois dava ao telespectador, a possibilidade de escolher a melhor hora para conferir determinada atração. O que me chamou a atenção em The Good Life, foi a participação de Larry Hagman, o eterno major Nelson de Jeannie é um Gênio, vivendo um outro papel, muito antes de pensar em atuar como o personagem J.R. em Dallas. Larry e a atriz Donna Mills, personificavam um típico casal de classe média, cansado de uma medíocre existência e que decide largar sua vida monótona. Poderiam ter ido para o campo, cuidar de uma fazenda, mas os dois decidem empregar-se como mordomo e cozinheira de um milionário, chamado Charles Dutton, que arrumou-lhes o trabalho, mesmo considerando-os incompetentes para a tarefa. Dá para imaginar as confusões que a falta de experiência, causou a esta dupla e a quem estivesse por perto? Os problemas eram tantos, que os dois viviam ameaçados de demissão por Grace, a irmã de Charles. Havia ainda o filho adolescente de Dutton, que mesmo sabendo da situação irregular daqueles empregados nada convencionais, resolveu ajudá-los a sair das várias encrencas em que se metiam. Infelizmente, esta atração televisiva de 1971, produzida pela rede americana NBC, não teve muita audiência, e foi cancelada na metade. Eu me recordo de ter visto todos os episódios deste seriado, à noite, com direito à reprise em seguida. Como ninguém lembrou deste programa, resolvi fazer a matéria. Foi uma maneira de mostrar que nem só de Major Nelson e J.R. viveu Larry Hagman. Serviu também, para matar saudades da ótima e loura atriz, Donna Mills.
Por PH.


E com vocês, mais um capítulo das Viajens Viajantes de PH. Um quadro que criei neste blog, para mostrar minhas viagens pelo mundo, em busca de temas ligados às Revistas em Quadrinhos, aos seriados e aos desenhos animados. Em 1997 visitei o Monte Saint Michel na França, um magnífico lugar, erguido numa fantástica ilha rochosa que fica na Normandia. Esta antiga fortalaza que remonta a eras muito antigas, é a principal atração turística da região. Belíssimo misto de beleza natural com engenharia humana, é uma fortificação medieval que surgiu de um santuário construído por Aubert, bispo de Avranches no ano de 708. Em seguida, ao longo dos séculos, várias construções e uma vila, foram se formando ao pés do Monte Saint Michel, originando o complexo que existe hoje. Patrimônio mundial da Unesco desde 1979, o monte era ligado ao continente através de um istmo natural que era coberto pelas marés altas. Ao longo do tempo, devido à drenagem realizada para a criação de gado e por causa da canalização do rio Cousenon, a baía sofreu um grande assoreamento e a distância do rochedo à terra firme aumentou. A área em volta do monte, passou a ficar mais tempo seca. Em 2006 o governo francês anunciou um projeto para transformar o monte, novamente em ilha, com a construção de barragens. O traballho deverá ser concluído em 2012. Como não poderia deixar de ser, mesmo num passeio tão histórico como esse, entrei numa loja de brinquedos do Monte Saint Michel e encontrei um belíssimo boneco do personagem Tintin em porcelana, acompanhado de seu fiel cão Milou. É claro que comprei-o no ato. Veja no vídeo a seguir, fotos que tirei neste maravilhoso lugar e o boneco que é um lindo brinquedo de gente grande. Quem quiser saber mais sobre Tintin, pode ver mais matérias do herói, aqui mesmo no Tu já viu, ou visitar o único blog brasileiro sobre o personagem:
Por PH.



Os duendes Smurfs foram criados pelo desenhista belga Peyo em 1958 e chegaram ao Brasil na metade dos anos 1970, por intermédio da saudosa Editora Vecchi. Quando aportaram em terras brasileiras, foram chamados inicialmente de Strunfs, seguindo a pronúncia do nome original em francês, Schtroumpfs. Na década de 80, ganharam uma série em desenhos animados, produzidos pela Hanna-Barbera, fato que os projetou mundialmente. Nesta mesma época, a Editora Abril, passou a editar um novo gibi da turminha azul. Os Smurfs vivem numa aldeia na floresta e são chefiados por Papai Smurf ou Grande Strunf, como era conhecido, no começo de suas primeiras edições no país. Existem ainda, a personagem Smurfete, praticamente a única mulher do grupo, e o terrível feiticeiro e alquimista Gargamel, dono do gato Cruel. O principal objetivo do bruxo, é capturar os Smurfs e usá-los como ingredientes para fabricar ouro. A sorte de nossos amigos cor do céu, é que ele não sabe a localização exata da aldeia Smurf. Para ilustrar esta matéria, o animador carioca PH, preparou uma curta animação em Stop Motion, na qual os Smurfs se vêem envolvidos numa operação de resgate. Conseguirão os duendes mais famosos das HQs, tirar o macaco Cornélius do Planeta dos Macacos de um buraco em que caiu? É só conferir no vídeo a seguir, "Monkee in the Hole", o novo Toy Movie de PH. E você pode até estar imaginando o motivo de se escrever Monkee no lugar de Monkey, que seria o correto em inglês. A explicação é muito simples. Ao fazer a animação, o animador estava ouvindo a música I’m a believer do grupo The Monkees. Foi quase automático. Na hora de digitar o título do vídeo, acabou saindo Monkee, ao invés de Monkey. É o que dar, só pensar em seriados.
Por Edy Tando.




No final dos anos 60, uma série de TV, produzida na Inglaterra com técnicas de Supermarionation, conquistou não só os súditos da Rainha, como também, fãs em todo o mundo. Exibido aqui no Brasil pela extinta Rede Tupi, no Clube do Capitão Aza em plenos anos 70, Capitão Escarlate foi sucesso entre a criançada da época. A exemplo de outros marionetes famosos como Thunderbirds, Stingray e Joe 90, fez parte daqueles inesqueçíveis programas de televisão que ficaram na história. A trama se passa no ano de 2068, com um visual bem futurista e a ameaça constante de ataque de uma raça marciana de alienígenas, os Mysterons. O incansável Repórter dos seriados PH, preparou um vídeo que mostra a trajetória do personagem nos gibis, mas que fala também de suas produções televisivas. A foto que ilustra a matéria, é de um Long-play do herói escarlate. Confira a seguir, mais uma produção feita exclusivamente para o Tu já viu.
Captain Scarlet © MMI Carlton International Media Limited. All Rights Reserved.

Por Edy Tando.






De tanto falar em bonecos ingleses de Supermarionation, tipo Thunderbirds e outros mais, precisava registrar um brinquedo que surgiu entre o final dos anos 70 e começo dos anos 80, justamente na época do auge da Falconmania. Personagem carro chefe da Estrela na Época, o barbudo Falcon, logo teria concorrência, quando a Guliver lançou uma nova linha de bonecos. Se você foi criança nestes tempos finais de ditadura e teve a felicidade de ter os bonecos da coleção Super Amigos, sabe que embora não fossem tão conhecidos e vendessem tanto quanto o Falcon, apresentavam uma variedade maior de tipos, incluindo os famosos personagens da DC Comics. Foi na extinta loja Sears de Botafogo no Rio de janeiro, que me recordo de ter ganho de presente de meu pai, o Super-Homem, um Cowboy e um índio, cujas fotos ilustram a matéria. Além destes, existiam os bonecos de Batman, Robin, Batgirl e Zorro. Entre as vantagens deste produto, estavam um cuidado maior com o quesito roupas que eram muito detalhadas, incluindo uma maior quantidade de itens na indumentária de cada peça. O grande trunfo destes Super Amigos, em minha opinião, estava na flexibilidade dos bonecos que não possuíam juntas aparentes. Estas incríveis figuras dobravam seus membros com bastante facilidade, o que ajudava muito na brincadeira da garotada. Imagine o quanto estes brinquedos não seriam úteis para um aficcionado como eu, que faz animação com bonecos? Faria muitos vídeos de Stop Motion com eles. Se quiser saber mais detalhes, visite: http://galeriadosbrinquedos.blogspot.com/ . Foi lá que conseguimos as fotos para fazer a matéria.
Por PH.

Supermarionation foi uma técnica de animação de marionetes, criada pelo casal britânico, Gerry e Silvya Anderson nos anos 60. Usando este processo, no qual fantoches davam vida a vários personagens famosos da televisão inglesa, criaram séries como: Super Carro, Thunderbirds, Stingray, Fireball XL5, Capitão Escarlate e Joe 90. Esta última, produzida entre 1967 e 1968, com um total de 30 episódios de 25 minutos, era uma de minhas preferidas. Havia uma razão por este programa de TV dos tempos do Capitão AZA, ter me conquistado. Todos nós fomos crianças e sabemos o quanto é difícil estudar quando somos muito pequenos. E se houvesse uma máquina que conseguisse transferir todo o conhecimento de uma pessoa para outra? Era disso que tratava Joe 90, um seriado com bastante ação, no qual um menino de apenas nove anos de idade, é mandado para todo tipo de missão secreta em vários cantos do planeta. Para isso acontecer, ele contava com a ajuda de seu pai, o professor e gênio da computação, Ian McClaine que desenvolveu uma geringonça capaz de mergulhar na mente de qualquer um e recolher todas as suas habilidades. Este procedimento que na maioria das vezes, era feito sem que a vítima soubesse o que estava acontecendo, acontecia através de uma espécie de máquina captadora, colocada próxima ao tipo de sábio que se estava buscando. Depois, todas informações registradas, eram transferidas para uma máquina chamada "BIG RAT" (Brain Impulse Galvanoscope Record And Transfer ou "Galvanoscópio de Gravação e Transferência de Impulsos Cerebrais"), conhecida no Brasil como "Tremendão. Desta maneira, Joe 90 poderia usar em suas aventuras, os talentos de um cientista, engenheiro, mergulhador ou qualquer outro tipo de profissional que fosse preciso. O garoto, simplesmente virava um expert em qualquer área em um curto espaço de tempo. Era só procurar alguém com a bagagem necessária para determinada missão e, secretamente, sugar-lhe de maneira indolor, o seu know-how. Não tinha como, uma criança não gostar de um programa destes. É o sonho de qualquer um, se tornar o cara, num piscar de olhos. O único inconveniente, era que Joe 90 precisaria estar sempre usando um óculos especial, para não perder seus poderes. Quem ligaria para isso? Eu iria querer ter um óculos destes para mim.

Por PH.


Heavy Traffic é a mais nova animação de PH, feita com técnicas de Stop Motion. Neste filme, como já é de costume, alguns personagens de filmes, Quadrinhos e desenhos animados foram misturados, numa salada muito louca. Dessa vez, o animador juntou no mesmo vídeo, alguns de seus personagens prediletos:

O macaco Cornélius, fiel companheiro da Doutora Zira do Planeta dos Macacos, a bordo de um carro verde da linha de brinquedos Playmobil.

Marsupilami, personagem belga criado por Franquin nos anos 50, considerado o único mamífero que bota ovos e dono de um rabo imenso.

Zequinha (Chim Chim em inglês), o chimpanzé de estimação de Gorducho, o irmão mais novo de Speed Racer, em um dia de fúria, sem a menor paciência no trânsito e pilotando o Match 5.

Um macaco anônimo que passou na última hora em nosso teste para seleção de elenco. Ele deu um show de interpretação.

Esperamos que se divirtam!! Perdemos a conta do tempo que levamos para terminar este trabalho. Foram muitas horas, uma bagunça generalizada pela casa, muitas dores nas costas e um prazer imenso em ver brinquedos inanimados se mexendo como por encanto.

Por Edy Tando.






Quem não se lembra daqueles eternos fantoches que alegravam a tarde de criançada, nas tardes da antiga TV Tupi nos 70? O que pouca gente sabe, é que eles também foram editados na forma de álbuns e fizeram muito sucesso na terra da Rainha Mãe. Thunderbirds em Quadrinhos surgiram pela primeira vez, ainda nos anos 60, nas páginas da revista TV Century 21. Esta publicação inglesa que mais tarde, passaria a ser conhecida como TV 21, trazia as versões HQ de todas as séries produzidas por Gerry Anderson. Estavam lá, os Thunderbirds, Super Carro, Fireball XL5, Stingray, Capitão Escarlate, Joe 90 e outras mais. Desenhistas como Frank Bellamy, responsável pela arte e Graham Bleathman, criador de belíssimas capas, foram alguns dos artistas que conseguiram traduzir a essência do famoso seriado de TV de marionetes, para o papel. Uma grande curiosidade é que Graham Bleathman é uma das maiores autoridades em Thunderbirds da Inglaterra. Ilustrador de primeira, seus trabalhos já apareceram em inúmeras publicações, incluindo livros, gibis e posters. Estamos tendo acesso a todo este material, e pelas nossas contas, só de Thunderbirds, foram pelo menos oito revistas editadas em brochura. No ano de 2002, tudo o que foi impresso nas páginas da revista TV 21, sobre o Resgate Internacional, foi reunido num luxuoso livro em capa dura de 160 páginas (Thunderbirds Classic Comic Strips), editado no Reino Unido por Carlton Books Ltd. Esta publicação que hoje se encontra esgotada, é um prato cheio para os amantes deste fascinante programa de televisão, dos tempos de Lady Penélope, do mordomo Parker e da Ilha Tracy. Quem gosta destes simpáticos bonequinhos da infância de muita gente, deve aguardar. Estamos editando uma matéria em vídeo, mostrando a história dos Quadrinhos do Capitão Escarlate, outro campeão de audiência do estilo Supermarionation.
Por PH.

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