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Imagine se a sua mãe morresse de repente e o espírito dela, passasse a viver num velho calhambeque 1928, guardado na garagem. Pode parecer meio estranho, mas era este, o enredo de uma curiosa série dos anos 60, estrelada por Jerry Van Dyke, irmão do comediante Dick Van Dyke e exibida na década de 70, pela antiga TV Rio. O seriado passou nos Estados Unidos com o nome original de "My Mother the Car", entre 1965 e 1966 e teve apenas 30 episódios, produzidos pela United Artists. Eleito como a segunda pior produção da televisão americana de todos os tempos, pela revista TV Guide, título que considero injusto, Mamãe Calhambeque foi criado por Alan Burns, que também esteve envolvido em atrações famosas de TV como: Os Monstros, Agente 86, Mary Tyler Moore, Rhoda e outras mais, sempre como criador ou roteirista, e em alguns casos, exercendo as duas funções ao mesmo tempo. Apesar de ter deixado poucas recordações na maioria dos quarentões e cinquentões brasileiros que viam televisão em tempos de ditadura, é impossível não lembrar deste programa e do quanto era surreal, ouvir a mãe do advogado David Crabtree, o personagem principal, se comunicar com seu filho, através do rádio do carro. O aparelho piscava, em sincronia com a fala da mãe. Que loucura! É claro que era só ele que podia ouvir os chamados de sua progenitora. Me lembro que Mamãe Calhambeque era um seriado do tipo água com açúcar, não fosse por um detalhe. Este raro e maternal automóvel, era o objeto de cobiça do terrível Capitão Manzini, um malfeitor com cara de vilão dos anos 20 que queria tê-lo a qualquer custo. Alguém aí, lembrou deste programa? Tu já viu algo assim na televisão de antigamente? Abaixo, confira a letra e a tradução da música tema de abertura da série, de autoria de Paul Hampton:

Everybody knows in a second life, we all come back sooner or later.
As anything from a pussycat to a man eating alligator.
Well you all may think my story, is more fiction than it's fact.
But believe it or not my mother dear decided she'd come back.
As a car ...
She's my very own guiding star.
A 1928 Porter.
That's my mother dear.
'Cause she helps me through everything I do
And I'm so glad she's near.
My Mother the Car.
My Mother the car.
Todo mundo sabe que voltaremos cedo ou tarde numa próxima vida.
Como acontece com tudo, desde um gatinho até um jacaré comedor de homens.
Bem, você deve então, estar pensando que a minha história é mais ficção do que verdade.
Mas, acredite se quiser, minha mãe decidiu voltar.
Como um carro...
Ela é a minha verdadeira estrela guia.
Um Porter 1928.
Esta é minha mãe querida.
Pois ela me ajuda em tudo.
E estou muito feliz que esteja por perto.
Minha mãe, o carro.
Minha mãe, o carro.

Esta é uma matéria jornalística. Os direitos de "My Mother the Car" pertencem à Rede de Tv americana NBC. As fotos que aparecem na matéria são meramentes ilustrativas.
Por PH.



Não tem jeito, meninos gostam de carros e é por isso, que sempre que pudermos, retornaremos a este tema. Existe um carro de seriado bem grande que não nos sai da cabeça. E volta e meia, vem a nossa mente, a seguinte pergunta: onde andará o ônibus da Famíla Dó Ré Mi? Primeiro, vamos acionar nossa máquina do tempo e relembrar um pouco deste seriado de 1970 que durou quatro temporadas, rendeu 96 episódios, discos gravados por The Partridge Family (o nome original do programa) e dois boxes de dvds com a primeira e segunda temporadas, lançados nos Estados Unidos pela Sony. A série girava em torno de uma família de músicos que viajava pelos Estados Unidos, fazendo shows. A banda era composta por Shirley Refrew Partridge (Shirley Jones, a matriarca da turma), o vocalista Keith Douglas (David Cassidy, enteado de Shirley na vida real), Laurie (Susan Dey, a verdadeira delícia do grupo), Danny (Danny Bonaduce, o garoto ruivo que era a graça do seriado), Chris (personagem interpretado pelos atores Brian Foster e Jeremy Gelbwaks ) e Tracy Partridge (Suzanne Crough). Além do grupo, havia o empresário Reuben Kinkaid, vivido pelo ator canadense Dave Madden. Em suas infindáveis turnês, era um ônibus colorido que levava os Partridge para todas as partes. Mas onde andará este veículo que sempre aparecia na abertura da Família Dó Ré Mi e ao longo dos episódios? Para começo de conversa, descobrimos de onde veio aquele quadriculado padrão colorido, estampado do lado de fora do buzum. Foi inspirado no geométrico trabalho do artista Piet Mondrian, Composizione, de 1921. O Tu já viu também é cultura. Em meio às nossas investigações pela Internet, descobrimos com tristeza, que o ônibus original partiu desta para melhor em 1987, quando, em péssimo estado de conservação, foi parar num ferro velho e pintado de branco. Que desrespeito à memória televisiva de milhares de espectadores em todo mundo! A partir desta informação, ficamos sabendo também, que existem atualmente, cerca de quatro réplicas do primeiro ônibus nos Estados Unidos, um deles, inclusive, criado para um programa de TV que contou a história da família Dó Ré Mi em 1999, chamado, C’mon Get Happy, The Partridge Family Story. A pintura deste, é ligeiramente diferente do verdadeiro ônibus, mas creio que valeu pela tentativa de reconstituição. Aliás, bem que este especial americano de televisão, relembrando os bons tempos da Família Dó Ré Mi, poderia ser exibido em terras brazucas. A volta do seriado, também seria bem-vinda. Um desses ônibus, poderia até dar as caras por aqui. Você já imaginou, vê-lo passando pelo Aterro do Flamengo? Termina aqui, “O Mistério do Coletivo Perdido”. Poderia ter acabado de uma maneira mais feliz, mas é a vida! Nada dura para sempre! Até a próxima.

Por PH.


Se pararmos para pensar, quando a gente era criança e assistia a desenhos na TV, não havia essa fartura toda de bonecos e coisas do gênero que se encontram à venda nas lojas, para os pequenos de hoje em dia. Não lembro, com raríssimas exceções, de achar com facilidade no comércio, aquele determinado brinquedo de programa que via na televisão. Acho que essa carência no mercado, típica da época, criou uma geração de adultos que acabou comprando muitas coisas que não teve em sua infância, depois de burro velho. Nos anos 70, minha grande paixão foi o desenho animado de Speed Racer. Era por volta de 1975 ou 1976 e eu me recordo de pedir aos meus pais que comprassem o Mach 5, o carro de Speed, para mim. Meu desejo nunca foi atendido, e olha que não foi por falta de empenho de meus progenitores. Simplesmente, não havia para vender. Depois de adulto, sem vergonha alguma, saí à procura dos brinquedos que não pude ter, quando menino. Comprei uma máquina de Super 8, aos vinte e poucos anos, um boneco do Homem de Seis Milhões de Dólares, e por aí vai. Minha coleção tem crescido, e só do Mach 5, já são quatro modelos na prateleira de minha estante, cada um, de tamanho e performance diferentes. Não pensem, senhores e senhoras, que fico brincando com essas miniaturas no chão. Ainda que fizesse isso, seria um problema meu. É preciso que se entenda de uma vez por todas, que para um adulto com alma de criança, estas recordações infantis atingiram o estátus de troféu. Passarão o resto de minha vida a serem admirados no móvel do quarto, como parte de um querido passado que jamais esquecerei. Editei um vídeo que verão a seguir, no qual mostro minha paixão pelo Match 5 de Speed Racer. Confiram como fui comprando, um a um de meus carros do herói nipônico mais famoso dos desenhos animados. No final, acompanhem a grata surpresa que tive em 2008, ao encontrar pela primeira vez, uma réplica deste automóvel, em tamanho natural.





E o nosso blog, faz questão de registrar uma importante mostra de carros que aconteceu nos Estados Unidos, entre 2 e 11 de Abril de 2010. O New York Auto Show é um salão que vem ganhando força no cenário automobilístico. No meio de tantas novidades e carrões potentes, soaram como velhas conhecidas nossas, algumas inusitadas carangas. Um destes modelos expostos, foi o Monkees Mobile, um veículo especial, criado para a série de TV, The Monkees dos anos 60, estrelada por Michael Nesmith, Mickey Dolenz, Peter Tork, and Davey Jones. A exemplo de outros seriados, eles também tiveram um carro personalizado, embora não lembremos de tê-lo visto, além da abertura do programa. Este ícone da televisão que já virou até modelo para montar, tipo Revell e miniaturas de metal, surgiu de modificações feitas em um Pontiac GTO vermelho. Conseguimos um vídeo no Youtube que mostra o Monkees Mobile, ao alcance dos olhos dos visitantes. E olha que não é só ele que aparece no filme. Confira também, mais uma répilca do Match 5 de Speed Racer que estava em exibição no evento, ao lado do carro dos Monkees. Nesta mesma sequência de imagens, aparece um estranho caixão amarelo sobre rodas, mas não conseguimos identificá-lo ou saber se fez parte de algum filme. Alguém tem uma dica? Esperamos que gostem do revival destas verdadeiras pérolas motorizadas do passado que preparamos especialmente para vocês.

Por PH.

Photo credit: Sarah Tew/CNET


Era ainda de madrugada, quando me veio à cabeça, um episódio do seriado A Feiticeira, da sexta temporada, no qual, Serena, a prima de Samantha, decide levar uma famosa e real dupla de cantores de Rock da época, para cantar a música I'll blow you a kiss in the wind, numa convenção de feiticeiros, chamada Panteão dos Cosmos. Depois de pegar uma guitarra e mostrar o som ao casal Stephens, procura o empresário da dupla Boyce and Hart para propor-lhe a inusitada apresentação. Como a resposta foi negativa, o jeito, foi levar o grupo musical à força. Felizmente, a performance é um sucesso e tudo acaba bem no final. Este é o meu episódio favorito da série e por muitos anos, fiquei com esta música registrada em meus pensamentos. Depois de muito tempo, consegui gravar da TV, este momento perdido de minha infância, numa reprise na Bandeirandes, durante os anos 90. Nesta década, os boxes em DVD, não estavam à venda em lojas.
Para que esta matéria ficasse completa, seria preciso falar um pouco de Tommy Boyce & Bob Hart, uma competente dupla musical americana que existiu de fato. Boyce and Hart, começaram sua carreira em 1959 e estiveram por trás de sucessos de Paul Revere, Jay & the Americans, Little Anthony and the Imperials e The Monkees. No caso destes últimos, a parceria foi bem mais duradoura, sendo a dupla, responsável por inúmeras canções dos Monkees. Basta olhar nos discos, e conferir que o nome deles, realmente aparece na contra-capa, como autores de vários hits do quarteto. Além de cantar na Feiticeira, participaram também de Jeannie é um Gênio e A Noviça Voadora. Boyce and Hart fizeram um relativo sucesso nos anos 60 e tem seu lugar reservado na música americana. Para terminar, editamos cenas do episódio "Serena acaba com a serenidade" e colocamos a música "l'll blow you a kiss in the wind" (de autoria de Boyce and Hart), no fundo. Divirtam-se também com a letra e a tradução da música. Todos os direitos das imagem aqui mostradas, pertencem às empresas Holdings, Inc/Sony.

Letra e tradução da canção, I'll blow you a kiss in the wind:

Wherever you are tonight - Onde quer que esteja à noite...
A feeling tells me that you look out-of-sight - Algo me diz que anda desaparecido.
So I'm gonna blow you a kiss in the wind - Então, vou soprar-lhe um beijo ao vento.

And when it reaches your lips, my dear - E quando ele tocar seus lábios, amor...
Your gonna smile and feel me oh-so near - Você vai sorrir e me sentir muito perto.
So I'm gonna blow you a kiss in the wind - Então, vou sopra-lhe um beijo ao vento.

I've been layin' here in my bed, yeah - Tenho estado deitada aqui em minha cama, sim.
The images of pretty thoughts runnin' through my head - Imagens de pensamentos muito bonitos resvalam na minha cabeça.
About a guy in my mind - I can feel - I can almost touch - Tem um cara em minha mente. Eu posso sentir. Posso quase tocá-lo.
Ooh - Oh my goodness I miss you and I want you so hard - Oh meu Deus!! Tenho muitas saudades dele e o desejo bastante.

Wherever you are tonight - Onde você estiver hoje à noite...
I got a feeling that you look out-of-sight - Algo me diz que anda desaparecido.
So I'm gonna blow you a kiss in the wind - Então, vou soprar-lhe um beijo ao vento.
Ya I'm gonna blow you a kiss in the wind - Então, vou soprar-lhe um beijo ao vento.





Atendendo a pedidos, relembraremos os bons tempos do seriado de TV, Terra de Gigantes. Seria muito fácil, falar aqui deste programa de televisão, criado e produzido por Irwin Allen e rodado sob a chancela da Twenty Century Fox em fins dos anos 60. Matérias sobre este seriado, não faltam na Internet, mas resolvemos fazer diferente e abordar um ponto específico do programa. Se perguntarmos qual era o nome da nave através da qual, nossos queridos “pequeninos” foram parar em um planeta muito semelhante à Terra, muitos deverão titubear, antes de responder. Para se ter uma idéia, outras naves que participaram de criações anteriores de Allen, são bem mais lembradas pelo público em geral, como o Júpiter 2 de Perdidos no Espaço, ou o Seaview de Viagem ao Fundo do Mar. Andei falando sobre isso com várias pessoas e ninguém lembrou como se chamava o veículo de Land of The Giants. Em virtude desse placar desfavorável a este seriado americano, resolvi recordar como era este bólido de cor alaranjada. Spindrift, ao contrário de seus antecessores, não era uma nave militar e sim, um veículo comercial que viajava pelo espaço orbital da Terra, à uma velocidade bem maior do que a de nossos atuais e mais modernos aviões. Por ocasião de um acidente, durante um vôo de número 612, entre Los Angeles e Londres, no dia 12 de Junho de 1983, a nave Spindrift, acabou penetrando em uma espécie de dobra espacial ou buraco negro que a levou, junto com sua tripulação e passageiros, para um estranho mundo, lar de gigantescos seres. Para um modo de transporte comercial, até que possuía uma ampla área para passageiros. Nada de pernas encolhidas, ou apertos do tipo, com os quais estamos acostumados, em nossas viagens aéreas de turismo. O motivo de tanto espaço sobrando, talvez se encontrasse no fato da quantidade de passageiros transportados ser muito pequena. Se lembrarmos bem, eram apenas sete, contando com os pilotos: Capitão Steve Burton e seu co-piloto Dan Erickson, o engenheiro Mark Wilson, o garoto Barry Lockridge, As beldades Valerie Amos Scott e Betty Ann Hamilton e o vilão Alexander B. Fitzhugh. Incluindo o cãozinho Chipper, a nossa conta passa então, para oito no total. Esta pequena quantidade de gente a bordo, nos leva a supor que uma passagem do Spindrift, custasse muito caro, não justificando a sua viabilidade econômica para a empresa que operasse este tipo de vôo. Já a cabine dos pilotos era pequena e cheia de botões coloridos que piscavam bastante, como era de se esperar de um típico seriado desta época. Esperamos que tenham gostado da matéria e não esqueçam mais o nome Spindrift. É meio complicado de falar, mas faz parte da infância de muita gente, desde 1968.

Por PH.


Nos animamos bastante com a matéria anterior sobre o Robô B9 de Perdidos no Espaço, fabricado e vendido em tamanho real nos Estados Unidos. Aproveitando o mesmo tema, decidimos falar de um perfeito carro Mach 5 do desenho Speed Racer, também feito na América. Para exemplificar melhor, exibiremos um vídeo, mostrando os detalhes deste raro automóvel. Saído da telinha para a realidade, consistiu na realização de um antigo desejo do apresentador do filmete e seu sócio, um grande fã do personagem Speed Racer. Esta belezura, foi uma das atrações do 2010 St. Louis Auto Show, e traduzindo o que é dito no filme, ficamos sabendo se tratar de um bólido de sonhos, montado sob encomenda, por Mark Towie, um conhecido fabricante de carros de seriados e filmes, localizado na Califórnia e que já fez várias réplicas de Batmóveis. Tudo neste carro, foi reproduzido, respeitando ao máximo, o espírito da animação japonesa dos anos 60. É o único modelo com o desenho correto de pára-brisas, fiel ao original e possuindo lâminas frontais circulares e retráteis, uma pequena tela no painel, proporcionando visão traseira, além de um periscópio. Até o capacete do herói não foi esquecido neste projeto. A diferença entre este e o veículo da televisão, fica por conta da existência de dois espelhos retrovisores no lugar de apenas um, para que o carro possa rodar nas ruas, respeitando a legislação americana de segurança ao volante. O mesmo apresentador que nos conta todos os destalhes desta fantástica peça, deixa escapar que os próximos automóveis reproduzidos, serão: "The Shooting Star", o amarelo carro do Corredor X, mais um Batmóvel, um Flintstones Mobile e o carro dos Caçadores de Fantasmas. Loucuras à parte, bem que um desses, poderia dar as caras por aqui. Na verdade, durante a promoção de lançamento de Speed Racer The Movie, a Petrobras, patrocinadora oficial do filme, exibiu um modelo em fibra de vidro e em tamanho real do Mach 5, na Praia de Copacabana. O seu Repórter dos Seriados esteve lá e falará em breve, deste inesquecível dia e de sua paixão por Speed Racer. Não perca a oportunidade de conhecer também, os gibis e as miniaturas do herói, guardadas por PH com muito carinho. Até breve!







Imagine se você pudesse ter uma cópia do Robô B9 de Perdidos no Espaço. Não, isso não é um sonho. Ao preço de U$ 24.500, qualquer um pode ter o seu. Quando descobri que havia uma firma nos Estados Unidos, produzindo réplicas perfeitas e licenciadas, de nossa querida “Lata de Sardinhas” (segundo xingamentos típicos do Doutor Smith), fiquei completamente louco.
A verdade é que se tivesse esse dinheiro disponível, o compraria agora pela Internet. Não pensaria duas vezes. Este ícone de Lost in Space, é certamente, a peça mais cobiçada que um colecionador amante da série, poderia desejar ter. E não estamos falando de um boneco em escala reduzida. Se trata do próprio Robô, em tamanho natural, da altura de um ser humano e reproduzido em seus mínimos detalhes. É como poder guardar em casa, uma inestimável recordação real da infância. Ostentando as medidas exatas do Robô da TV, ele pode ser despachado, segundo o fabricante, para qualquer lugar do mundo, desde que o comprador, se responsabilize pelas despesas com impostos e transporte. Não entendo muito de processos alfandegários, mas imagino que seu preço ao chegar ao Brasil, possa dobrar. Talvez, por uns R$ 100.000,00 pudesse realizar um sonho antigo. Como sempre penso que tudo é possível, tenho o direito de imaginar que um dia vou tê-lo. Deus é pai!! Só para que tenham uma idéia do que é este brinquedo de gente grande, prestem atenção em sua descrição. O Robô possui um som interno com potência de 240 w, para dizer mais de 500 frases pré-gravadas por de Richard Tufeld, a voz original de B9. Se o cliente quiser frases personalisadas, poderá pagar um pouco mais, a combinar. Tudo é possível para a empresa americana B9 Creations, uma verdadeira criadora de sonhos. Existe ainda, um controle remoto para ativar diversas funções desta fantástica máquina, entre elas, o torso do Robô que gira conforme o comando dado. Apenas, os braços, cabeça e garra, precisam de ajuda manual para se mexerem, mas pensando bem, quem vai reclamar disso? Se quiser saber mais, entre no site: http://www.lostinspacerobot.com e vá ao delírio, como nós fomos. Ao final da matéria, sem palavras, disponibilizamos dois vídeos: Veja algumas informações sobre a empresa B9 Creations e em seguida, as dez primeiras réplicas construídas, em funcionamento.

Por PH.









Durante os anos 90, além de locutor da saudosa Rádio RPC FM e membro da equipe do extinto programa TOP TV, tive tempo para ajudar a estudante de Jornalismo Ana Lúcia do Vale, hoje formada, a realizar um vídeo acadêmico sobre pessoas que amavam seriados de TV. O filme se chamou "A Geração Speed Racer" e durante as gravações, entrevistamos a turma que gosta de Jornada nas Estrelas, o falecido humorista Bussunda, que revelou-se, na época, um apaixonado por Mister Maggo e muitos outros fãs que fizeram questão de dar o seu depoimento sobre o assunto. Estamos, aos poucos, publicando este pequeno documentário, feito com recursos da Faculdade Hélio Alonso do Rio de Janeiro. É preciso dar um desconto para as imagens, pois foram retiradas de uma velha fita de VHS. Um dos momentos mais interessantes deste trabalho, aconteceu quando entrevistamos um simpático e normal casal. Normal até certo ponto, não fosse a aversão da esposa, à coleção de bugigangas de Perdidos no Espaço, que seu marido tinha em casa. Nunca pensamos que um seriado de TV, pudesse influenciar a vida amorosa de um homem e uma mulher. Como perdemos o contato com a dupla, não tivemos como pedir autorização para que suas imagens fossem publicadas na internet. Para evitar problemas e preservar as identidades dos dois, afinal, não sabemos nem se ainda são casados, decidimos cobrir seus rostos, digitalmente e ocultar seus nomes. Por incrível que pareça, a solução encontrada para esconder nossos entrevistados, acabou ficando original. Deu uma trabalheira, editar todo material, mas valeu à pena e o conteúdo da matéria ficou bem interessante. A situação vivida pelo casal X chegava a ser cômica, de tão absurdas que eram, as diferenças entre os dois. Será que mais pessoas passam por isso? Confira e dê a sua opinião. Ela está certa de não aturar o hobby do esposo? E ele? Será que não exagerou na dose? Esta é uma matéria jornalística. Todas as fotos e imagens utilizadas aqui, são meramente ilustrativas.
Lost in Space® is ©2010 Space Productions. All rights reserved. Lost in Space® is a registered trademark of Space Productions licensed by Synthesis Entertainment.


Por PH.





Bem amigos do Tu já viu, em tempos de Copa do Mundo, quando não se tem muita familiaridade com Futebol, o jeito é escrever. Pelo menos, assunto é o que não falta. Não pense você, amigo internauta, que sempre encontrará aqui, temas conhecidos. Falamos muito de seriados americanos, assunto mais do que amado e consagrado pela galera do blog. Felizmente ou infelizmente, amamos Quadrinhos franco-belgas, meio desconhecidos no Brasil, mas muito comuns nos países de língua francesa. Quando um desses livros de capa dura, importados, nos chama a atenção, pedimos licença para divulgar uma forma de expressão que poderia ser sucesso no Brasil, não fosse a pouca disposição dos editores nacionais, em comprar seus direitos, de Editoras como a Dargaud, le Lombard, Glénat e tantos outros selos europeus que colocam no mercado fancofônico, milhares de títulos, anualmente. Traduzi-los para o português e publicá-los por aqui, seria uma benção dos céus. Uma dessas edições, que nem faz parte do grande circuito de editoras francesas ou belgas, foi lançada em 2010 pela Editora Paquet. O que nos atraiu neste Gibi, foi um certo traço de Linha Clara, o estilo de desenhar de Hergé, criador de Tintin. Existem muitos artistas que seguem essa escola e o desenhista desta HQ, também abraçou o mesmo segmento. Estamos falando de "Les Aventures de Jacques Gipar, Le Gang des Pinardiers" de autoria da dupla Thierry Dubois (roteiro) e Jean-Luc Delvaux (desenhos). Nascido em 1970, o ilustrador Delvaux, é um apaixonado por automóveis, desde pequeno. Talvez seja por isso, que seus trabalhos são sempre repletos de carros de todos os tipos e muito bem desenhados. Além disso, ele adora recriar os áureos tempos dos anos 50 e 60, influenciado por mestres dos Quadrinhos como Tillieux, Franquin e é claro, Hergé. Colaborando como desenhista para várias revistas, se uniu a seu amigo e escritor Thierry Dubois. Juntos, criaram "As Aventuras de Jacques Gipar". Neste tradicional conto policial, em sua primeira edição, um grupo de bandidos passa a atacar caminhões transportadores de vinho que abastecem a cidade de Paris com a bebida néctar dos deuses. Para resolver o mistério, repleto de furtos desta preciosa carga, surge Jacques Gipar. Em sua investigação, ele encontra um dos poucos motoristas a conseguir evitar que seu vinho fosse roubado. A serviço do Jornal France-Enquêtes e intrigado por este estranho caso, no qual reina a lei do silêncio, Gipar será o único, capaz de descobrir os verdadeiros culpados.

Por PH.


Depois de falarmos sobre o desenho animado de Hanna-Barbera, baseado no seriado de TV, Jeannie é um Gênio, ou em inglês, I Dream Of Jeannie, vamos relembrar um pouco desta cult atração, exibida originalmente nos Estados Unidos, entre 1965 e 1970. Criada pelo escritor Sidney Sheldon, mostrava as aventuras e desventuras do Major da Força Aérea Americana e astronauta Anthony Nelson. Durante o pouso de sua cápsula lunar em uma ilha deserta, encontra uma antiga garrafa da qual sai uma gênia, que passa a chamá-lo de amo. Esta mágica jovem saída de um verdadeiro contos das Arábias, tumultuará bastante a vida deste jovem militar da aeronáutica e de quem estiver por perto dele. Jeannie acaba, inclusive, se apaixonando por seu libertador e os dois se casam. Além do Major Nelson, interpretado por Larry Hagman e de Jeannie, vivida pela atriz Barbara Eden, outros personagens, também ficaram eternizados: O Major Healey (Bill Daily), o melhor amigo de Tony Nelson, Dr. Bellows (Hayden Rorke), o médico da base aérea e sua mulher Amanda (Emmaline Henry) e outros mais. Havia ainda a própria Barbara Eden, no papel da temperamental irmã de Jeannie. Esta série foi reprizada por várias emissoras brasileiras em diferentes épocas e por isso, marcou tanto, inúmeras gerações. Nós do Tu já viu, conseguimos um vídeo com Mylena Ciribelli, ainda nos tempos em que trabalhava para a Rede Globo, na qual comenta sua paixão por Jeannie. A jornalista e apresentadora esportiva bateu um papo com a, então, estudante da Faculda Hélio Alonso do Rio de Janeiro, Ana Lúcia do Vale. A conversa, fez parte do documentário acadêmico "A Geração Speed Racer", produzido por Ana nos 90, com a ajuda de PH. O material a seguir, foi extraído de uma antiga fita de VHS.




O nosso blog vive basicamente de fantasia, e não há lugar no mundo, onde ela esteja mais presente do que em Orlando na Flórida. Já fizemos inúmeras matérias sobre este paraíso na Terra e quando imaginamos que esgotamos o tema, surge mais um assunto para falarmos. imagine o que é chegar num lugar e no aeroporto mesmo, encontrar uma loja de produtos espaciais da Nasa e de Cabo Kennedy? Isso, para não falar de uma espetacular Universal Studios Store que nos impressionou bastante. Ainda estávamos com as malas nas mãos, e o bombardeio de emoções já começara. Nossa equipe visitou Orlando em 2009 e não pensava que a diversão iniciaria tão cedo, antes mesmo de visitarmos os tão esperados parques. Fomos para o temático Hotel Pop Century, um dos mais em conta de Walt Disney World, e nos deparamos com um complexo formado por quatro áreas distintas, cada uma, dedicada à uma época. Podemos escolher qual delas tem mais a ver conosco: anos 60, 70, 80 ou 90. A hospedagem é um show à parte, por isso, vale à pena ficar em um dos hotéis de Mickey Mouse e Cia. Além de serem lindos, com lojas de personagens, piscinas aquecidas gigantescas, possuem serviço de transporte gratuito que leva a cada um dos quatro parques da Disney. Nossa equipe aprovou e recomenda. Assista a seguir, o vídeo que gravamos em nossa viagem à cidade de Orlando que mostra tudo isto que falamos e muito mais, exclusivo para o Tu já viu.






Recentemente, publicamos no blog, um vídeo em Stop Motion, com uma pequena animação de sete segundos, na qual o Fusca mais famoso da Disney, Herbie, de Se meu Fusca falasse, faz algumas poucas evoluções na telinha. Procure por "Se meu Fusca fosse animado". Foram gastas cinco horas para finalizar o filme. Decidimos então, produzir um segundo filmete, mostrando o passo a passo desta produção e as inúmeras intervenções da mão do animador PH. O trabalho valeu à pena e fizemos questão de mostrar esta curiosidade aqui no Tu já viu. Haja paciência!! Se gostou, não perca também, "The Egg" mais uma Animação Quadro a Quadro do Tu já viu, estrelando o Marsupilami, um dos mais estranhos personagem das Histórias em Quadrinhos belgas. Assunto é o que não falta para nós!



Falaremos nesta postagem, de um estranho animal das Histórias em Quadrinhos belgas, chamado Marsupilami. Para que todos pudessem conhecer melhor este bizarro ser, decidimos que além de falar dele, seria necessário fazê-lo mover-se, como se estivesse vivo. Apelamos então, para o recurso de Stop Motion, bastante usado no cinema de antigamente e popularizado por Ray Harryhausen, o mestre desta técnica e autor de filmes como Jasão e os Argonautas (1963), Simbad e o Olho do Tigre (1977) e Fúrias de Titãs (1981). Stop Motion é uma técnica de animação, na qual o animador, fotografa alguma coisa, fotograma por fotograma, ou seja, quadro a quadro. Entre um fotograma e outro, muda-se alguma coisa, manualmente. O animador varia um pouco a posição dos objetos e quando o filme é projetado a 24 fotogramas por segundo, temos a ilusão de que os objetos em cena estão se movimentando. Este é um processo de animação que sempre quis explorar e que agora, com o advento da tecnologia digital, resolvi colocar em prática. Não vão esperando animações grandiosas, pois ainda estamos começando a brincar de animador. Quem leu o post sobre o Fusca Herbie de Se meu Fusca falasse, aqui no blog, pôde acompanhar nossa primeira investida neste campo. Com duração de exatos sete segundos, o filmete demorou umas cinco horas para ficar pronto. Depois de todo este trabalho, resolvi então, partir para animar um personagem que gosto muito, meio desconhecido no Brasil. Por sorte do destino, tinha em casa, exatamente o que estava precisando. O corpo flexível do brinquedo que usei, facilitou em muito o nosso desafio e quando o comprei na França, numa viagem em 1997, nunca imaginei que um dia, este pedaço de plástico pudesse ganhar vida. Para que conheçam um pouco da trajetória deste mascote da HQ, resumimos a sua história. O Marsupilami é um animal de cor amarelada com um rabo enorme, manchas pretas, mamífero, ovíparo (O único mamífero que coloca ovos, segundo seu criador), imaginado pelo desenhista André Franquin em 1952. Este estranho ser, originário das fictícias terras de Palômbia, surgiu incialmente como coadjuvante, no álbum de Spirou e Fantasio, "Os Herdeiros" e logo passaria a viver grandes aventuras ao lado da dupla. Estes dois aliás, foram editados no Brasil nos anos 70, pela Editora Vecchi. Aqui em nosso país, tiveram o lamentável nome de "As Aventuras do Xará". Sucesso nos países de língua francesa, acabou ganhando sua própria série em Gibi, a partir de 1987. Em 1994, os direitos do personagem foram adquiridos pela Disney, que transformou o Marsupilami num desenho. Infelizmente, a versão animada feita por esta famosa empresa americana, acabou ficando bem diferente da essência do personagem original, o que levou a brigas judiciais, vencidas pela belga Marsu Productions. Esta animação, chegou a ser exibida no país pelo SBT, entre 1999 e 2002.

E agora, o prometido Stop Motion de um dos heróis mais loucos da Banda Desenhada, num vídeo produzido, editado e animado por PH que também escreveu o texto da matéria. Foram necessárias 9 horas para que tudo ficasse pronto. Isso, fora o tempo que levou para que as imagens chegassem à internet. Aproveitamos também, para dar um certo sentido de história ao filmete, com começo, meio e fim. O Marsupilami entra em cena com um propósito. Descubra o que ele aprontou na telinha, assistindo ao mais novo trabalho animado do Tu já viu. Acho que valeu à pena encarar este desafio. É muito gratificante ver como algo inanimado, pode surpreender, como se tivesse uma alma, esperando para ser descoberta. Após ver o filme, veja o Making of, onde revelamos o passo a passo da animação, por trás dos bastidores. Esta é uma matéria jornalística e os direitos autorais de Marsupilami, pertencem à Marsu Productions.

Por PH.







Entre as inesquecíveis lembranças de minha infância, está um desenho animado que quase ninguém conhece, mas que costumava passar na Sessão da Tarde, nos anos 70, na Rede Globo. Alakazam (Alakazam The Great), animação da japonesa Toei Doga de 1960 e com 88 minutos de duração, me chamou a atenção, logo de início. Por trás dos bastidores, o filme já nasceu grande, tendo entre os seus diretores, o famoso desenhista de Mangá, Ozamu Tezuka. A história deste cult nipônico é baseada numa linda fábula japonesa e foi exibida na televisão brasileira pela última vez, na extinta Rede Manchete, nos anos 90. Neste dia tão esperado, tive a felicidade de gravá-lo em VHS. Essas oportunidades a gente não pode perder, ainda mais, quando ficamos anos sem assistir a um determinado filme ou desenho que tenha nos marcado de alguma forma. Quando algo assim, passa na TV, é preciso estar pronto. Foi justamente o que fiz. Preparei a fita e dei “rec”. Lá estava mais uma recordação perdida de meus tempos de criança, de volta à estante de meu quarto. Neste verdadeiro épico em desenho animado, há muito, muito tempo, vivia na Terra de Majutsu, um arrogante e medroso rei macaco chamado Alakazam. Para conseguir o título de Rei das Bestas, teria de participar de uma longa jornada, na qual enfrentaria grandes desafios. Ajudado por uma simpática macaquinha de nome Dee Dee, Alakazam reúne um grupo, formado por personagens que vai encontrando ao longo do caminho. Nesta caminhada quase que espiritual, Alakazam aprenderá qualidades nobres como a humildade. Nem tudo são flores em seu percursso que também tem um lado bastante sangrento. Conseguirá o jovem macaco derrotar um de seus piores inimigos? Será capaz de matar um terrível dragão e cortar todas as sua cabeças? A maior curiosidade desta animação, está no fato de Alakazam ter sido dublado em sua versão original, pelo ator Frankie Avalon, o Frankie da Turma da Praia. Por incrível que pareça, a macaquinha do desenho, se chama Dee Dee, o mesmo nome da heroína de biquinis com a qual, Frankie faria par romântico na série da Turma da Praia, interpretada por Annette Funicello. Isto, anos antes dos “Beach Movies” de Erik Von Zipper e Cia., começarem a ser rodados. PHLAKAZAM, diretamente do Reino de Majitsu, para o Tu já viu.



A vantagem de se ter um blog como este, está no fato de não termos compromisso algum com as matérias que apresentamos. Até pelo fato de dependermos de recordações que vão chegando aos poucos em nossas mentes. Quando lembramos de algum fato significativo de nossas infâncias, começamos a digitar e pronto. Foi em meio a este processo que desencavamos o simpático herói Charlie Brown. Criado em 1947 por Charlie Schulz, é um dos personagens mais queridos das HQ. Também conhecido como Minduim, ficou muito popular no Brasil nos anos 70 através de um desenho animado, exibido pela Rede Globo e uma linha de Revistas em Quadrinhos. Sucesso como tira diária de jornal, chegou a aparecer em 2600 jornais, com cerca de 355 milhoes de leitores em 75 países e foi traduzido para 40 línguas. Charlie Brown é um menino de oito anos, careca, com uns poucos cabelos na testa, que usa calças curtas e de cabeça arredondada. O moleque, como não podia deixar de ser, é cheio de preocupações comuns a um garoto de sua idade e precisa superar seus complexos. Além de Charlie, fazem parte de sua turma, uma garotinha ruiva pela qual ele é apaixonado, Seu melhor amigo, Linus que andava sempre com um cobertor azul, Lucy, irmã de Linus, metida a psicóloga e apaixonada por Schoroeder, um pianista que adorava tocar Beethoven, Patty Pimentinha, uma garota com jeito de moleque, simpatizante de Charlie, Marcie, a melhor amiga de Patty, que sempre usava a palavra "meu" para chamá-la e Sally, irmã de Charlie, apaixonada por Linus. Havia ainda o passarinho amarelo, Woodstock e o famoso cachorro Snoopy. Charlie Brown se tornou uma das mais bem sucedidas séries em Quadrinhos de todos os tempos e nem a morte de seu criador, no ano 2000, conseguiu diminuir esta trajetória de sucesso. Para ilustrar a matéria, usamos a capa do exemplar número um da revista da turma do Charlie Brown, lançada pela Editora Artenova no Brasil nos anos 70. Guardo este pequeno livro de bolso há muito tempo e com o maior carinho. Foi presente de meus pais no ano de 1973.


Por PH.


Disney's Animal Kingdom é mais um dos parques temáticos de Walt Disney World Resort, recetemente visitado por nossa equipe. Inaugurado em 22 de abril de 1998, é o maior de todo o complexo Disney e possui aproximadamente 1.700 animais, habitando áreas distintas deste centro verde de diversões. Na parte dedicada à Ásia, não perca a alucinante montanha russa, Expedition Everest. Quase todo no escuro, este brinquedo foi o mais radical que experimentamos. Esta atração tem 61 metros de altura e reserva um segredo e tanto, envolvendo O Abominável Homem das Neves, o Yeti. Não vamos contar, para não estragar a supresa. Se tiver medo de fortes emoções, é melhor ficar no chão. Em Kali River Rapids, embarque em um bote em meio a fortes correntezas que poderão deixá-lo todo molhado. No setor destinado à África, não deixe de ir no Kilimanjaro Safari, um passeio de Jipe com leões, girafas, zebras, elefantes e outros animais que compõe a Savana da África. PH, diretamente do parque mais verde da Disney, para o Tu já viu.



Eu me lembro muito bem destes tempos em que a Rede Globo passava a maioria de seus desenhos animados, na faixa horária das cinco da tarde.
" Não existe nada mais antigo, do que cowboy que dá cem tiros de uma vez...." Lembra do tema musical do Globo Cor Especial? Nesta época, por volta de 1975, a TV em cores acabara de chegar lá em casa. Era um aparelho daqueles que tinham um enorme e barulhento seletor de canais giratório. Ele fazia um irritante "clac", toda vez que a gente trocava de estação. Foi recordando tudo isto, que veio à minha cabeça, uma raridade televisiva que muitos talvez tenham esquecido: Jeannie é um Gênio em desenho. Esta série animada, fruto de uma parceria entre a Hanna-Barbera e a Screem Gems, foi exibida na Terra do Tio Sam entre 1973 e 1975, baseada no seriado de mesmo nome, estrelado por Barbara Eden e Larry Hagman, o eterno Major Nelson. No caso do desenho animado, as única coisas em comum com a série de TV, eram o nome da atração e a existência de uma gênia de nome Jeannie. As coincidências paravam por aí. Nesta típica animação dos anos 70, o amo de jeannie é um estudante chamado Corey Anders. Seu melhor amigo era Henry Glopp, o correspondente do Major Roger Healey do programa de televisão. Havia ainda, a figura de Babu, um gordo geniozinho que acabava criando muita confusão, quando ficava nervoso. Toda vez que isto acontecia, ele não conseguia controlar seus poderes mágicos e era encrenca na certa. Babu foi dublado, na versão original, por Joe Besser, um dos famosos Três Patetas, fato que não percebemos muito por aqui, já que Jeannie passou em português. Esta é mais uma daquelas pérolas do fundo do baú que desapareceu completamente da grade de programação das emissoras. Acho que já é tempo de se criar um canal só com desenhos de Hanna-Barbera esquecidos, a exemplo do que já aconteceu com o Cartoon Network em seu início e também com o Boomerang. Garanto que audiência não vai faltar! Este é um artigo jornalístico. A foto que aparece na matéria é meramente ilustrativa.
Por PH.







E com vocês, mais uma matéria, diretamente de Orlando nos Estados Unidos. Já havíamos visitado esse parque em 1992, mas tivemos uma nova e positiva impressão, ao revê-lo recentemente. O Epcot é um dos quatro parques temáticos de Walt Disnet World em Lake Buena Vista, Flórida. Inaugurado em 1982, foi o segundo complexo a ser construído pela Disney em Orlando e se chamou Epcot Center até 1994. Está entre os três mais visitados centros de diversão americanos e é dividido em duas partes: Future World, onde podemos ver o mundo do futuro com toda sua alta tecnologia e World Show Case, a reunião de vários países da Terra, mostrados através de réplicas de suas principais atrações. Neste último, é possível visitar a França, Itália, Inglaterra e outras regiões do planeta, sem sair do mesmo lugar. Em future World, visitamos uma área da GM, chamada Test Track e conferimos testes radicais que são feitos em vários componentes de um automóvel. Em seguida, entramos numa espécie de kart de alta velocidade, em uma pista de corridas alucinante. Tudo isto, você confere no vídeo a seguir, gravado e editado pelo seu Repórter dos Seriados, PH.



Já que andamos falando bastante em Perdidos no Espaço, fiquei pensando em fazer uma matéria sobre a pessoa que ficava dentro do traje do Robô B-9. Esta maravilhosa tarefa, foi exercida com maestria por Bob May, um novaiorquino, nascido em 1939. Bob que era ator e dublê, chegou a participar de muitos filmes para o cinema, vários, em companhia de Jerry Lewis. Bob, também fez o papel de Adolf Hitler, no episódio do Túnel do Tempo, The Kidnappers. Devido à sua pequena estatura, acabou cabendo perfeitamente dentro da "Lata de Sardinhas" mais famosa dos seriados de TV. Foi o próprio Irwin Allen, criador e produtor de Perdidos no Espaço que prometeu: " Bob, se você couber no traje, o emprego é seu". Não deu outra! Ele não só encaixou perfeitamente na roupa, como acabou virando a alma do Robô. Ele adorava desempenhar o seu papel e chegava a dizer que a fantasia era o seu segundo lar. Era muito difícil entrar em B-9, e uma vez dentro dele, era preciso ficar por longas horas, mesmo, durante as pausas nas filmagens. Justamente por isso, este pequeno ator e fumante inveterado, costumava fumar nos intervalos e a fumaça que saía pelos buracos do traje, criava uma cena inusitada que sempre surpreendia o elenco de Perdidos no Espaço. Embora muitos possam imaginar que a voz do ser mecânico, saísse da voz de Bob, era Dick Tufeld que o dublava. Dick, inclusive, ficou famoso pela frase: "Danger, danger", que aqui, virou "Perigo, perigo". Infelizmente, Bob faleceu no começo de 2009 e com ele, morreu uma parte de nosso querido Robô. Lost in Space® is ©2010 Space Productions. All rights reserved. Lost in Space® is a registered trademark of Space Productions licensed by Synthesis Entertainment.


Em mais uma de suas Viagens Viajantes, o Repórter dos Seriados, PH, ex-membro da equipe do programa TOP TV, registrou imagens do parque Disney's Hollywood Studios, antigamente, chamado de MGM. Este complexo de diversões, surgiu em 1989 e tem como tema, o cinema Hollywoodiano. É lá que encontramos a atração Star Tours, um simulador de Guerra na Estrelas que existe desde os anos 90, onde é possível fazer uma verdadeira viagem pelo espaço, conduzida pelos atrapalhados robôs R2-D2 e C-3PO. Imperdível mesmo, é um elevador de um antigo hotel que despenca das alturas, em Twiligt Zone Tower of Terror. Dos novos brinquedos, o melhor é a Rock'n' Roller Coaster starring Aerosmith, uma montanha-russa no escuro que atinge altíssimas velocidades. Em Hollywood Studios, também se realiza o desfile de personagens da Disney, a exemplo do que acontece em Magic Kingdom. Gravamos o melhor desta Parada e outras cenas alucinantes e depois, editamos tudo no vídeo a seguir.





Perdidos no Espaço, clássico seriado dos anos 60, criado e produzido por Irwin Allen, já foi série de TV, desenho animado, Gibi, chegou a ser lançado em dvd no país e gerou uma enorme quantidade de produtos, como bonecos, naves e coisas do gênero. Um dos itens de coleção mais significativos deste cult programa de televisão e que não faz parte da lista citada acima, é o álbum de figurinhas, lançado em 1968 no Brasil. Esta peça cobiçada, se tornou uma raridade, com preços que podem variar entre R$ 300,00 e R$ 1200,00 na Internet, dependendo do estado e da quantidade de figurinhas existentes. Perdidos no Espaço, chegou às bancas brasileiras, graças a iniciativa da saudosa Editora Verão. Esta mesma empresa, já havia editado em 1966, Bonanza, marcando sua estréia no segmento de álbuns de seriados. A partir daí, foram, aproximadamente, 11 publicações, fechando o ciclo com o álbum “Pra Frente Brasil e mesmo não tendo dedicado toda a sua produção a programas de TV, a Editora Verão deixou muitas saudades. Perdidos no Espaço foi um dos melhores álbuns de figurinhas de todos os tempos. É claro que isto é uma questão de opinião e muitos podem discordar. Pelo menos, para os fãs do Doutor Smith, Robô, Will e tantos outros queridos tripulantes do Júpiter 2, este livro de cromos será sempre inesquecível. Minha paixão por este seriado era tanta, que um dia sonhei que estava na nave dos Robinson e fazia parte da família. Quando acordei, rezei para que no dia seguinte, quando sonhasse novamente, voltasse ao mesmo lugar. Para minha felicidade, fui atendido. Sonhei de novo que estava lá, ao lado de Will Robinson e toda a turma de Perdidos no Espaço. Isto não foi um simples delírio infantil. Foi algo que aconteceu de verdade. Apesar de ter uns 7 ou 8 anos, na época, nunca mais esqueci este fato.
Lost in Space® is ©2010 Space Productions. All rights reserved. Lost in Space® is a registered trademark of Space Productions licensed by Synthesis Entertainment.

Por PH.


Continuando com a série de filmes sobre parques temáticos da Flórida, o seu Repórter dos Seriados e viajandão, PH, visitou recentemente, o Magic Kingdom, um dos quatro parques temáticos de Walt Disney World, em Orlando, Flórida. Criado em 1971, é acessado através de um trem conhecido como Monorail e tem como porta de entrada, a Main Street, réplica do que seria uma rua de uma cidade do interior americano, com muitas lojas, lanchonetes e restaurantes. É lá que acontecem as famosas paradas e desfiles com os clássicos personagens da Disney. No final desta avenida, encontra-se o magnífico Castelo da Cinderela. Depois, é só desbravar cada uma de suas Terras: Adventure Land, Frontier Land, Fantasy Land e Tomorrow Land. Em cada uma, encontrará a emoção que procura em várias atrações, de diferentes perfis. O Magic Kingdom é diversão certa para crianças e adultos de todas as idades.



É uma pena, mas se perguntarmos à maioria dos brasileiros, se conhecem os livros da foto, a resposta deverá ser negativa. Para se ter uma idéia do absurdo, são Quadrinhos de um dos mais renomados desenhistas europeus da Banda Desenhada Franco-belga da atualidade. Ele mesmo, Hermann, cujo trabalho, apareceu pela primeira vez, em janeiro de 1966, nas páginas da Revista Tintin. Desenhista de séries famosas como Bernard Prince, Jeremiah e Jugurtha, faz atualmente, uma bem sucedida parceria com seu filho Yves H. Hermann, inclusive, está a preparar, sozinho, mais um volume da série Bernard Prince. Todos estes gibis de capa dura, foram editados em Portugal pela Editora Vitamina BD e achá-los por aqui é uma tarefa quase impossível. Olhando para estas capas e para várias publicações importadas que tenho em casa, me perguntei qual poderia ser o bloqueio do mercado editorial brasileiro de Revistas em Quadrinhos, a personagens que não vestem capa ou saem voando por aí? Esta matéria não tem a mínima intenção de minimizar ou desprezar o sucesso que os super-heróis de editoras como a Marvel Comics ou DC Comics fazem, não só aqui, como no mundo todo. Eles tem o seu mérito e seu êxito não foi construído da noite para o dia. Ao longo de muitos anos, souberam conquistar seu merecido espaço junto ao leitor do Brasil. Achamos, entretanto, que existe espaço para todos e já estamos cansados de tantas iniciativas que perderam força, no campo dos Quadrinhos Europeus em nosso país. A última que lembro, aconteceu quando os trabalhos do brasileiro Leo (Aldebaran, Betelgeuse e Antares) e de William Vance (XIII), simplesmente, deixaram de ser publicados pela Panini. Seria falta de interesse do público? Pouca vendagem? Talvez, a forma como estes gibis são lançados, sem a mínima publicidade, não desperte a curiosidade do público brasileiro, nada acostumado a álbuns em capa dura e falando de uma temática bem diferente daquela levada há anos a fio nas bancas de jornais. É preciso, mais do que nunca, reforçar o conceito de Gibi vendido em livrarias. Será que o exemplo da extinta Meribérica, a única editora portuguesa a se lançar com mais força no mercado nacional, jamais será seguida por outro editor lusitano ou tupiniquim? Lembramos que o brasileiro é um dos povos mais criativos do mundo e nossos consumidores de HQ, saberão apreciar tudo que tenha qualidade e venha de fora, desde que este material, seja corretamente divulgado. Não basta, só colocar à venda. Talvez seja este, o segredo do sucesso de futuras publições européias no Brasil: Publicidade. Atenção, Edições ASA, Portugal! O que esperam para colocar seus produtos à venda no único país das Américas, colonizado por portugueses? Vão deixar que outros “colonizadores” ocupem o lugar que poderia ser o de vocês? Se acham que a capa dura encarece suas edições por aqui, podem produzir livros em capa mole, de forma mais barata. Lembro que este recado, vale também para editoras nacionais. A foto que ilustra a matéria, foi tirada pelo amigo Pedro Santos e enviada de Portugal.
Por um mercado de Quadrinhos mais equilibrado, variado e justo no país.

Por PH


O Fusca Herbie é um dos meus personagens favoritos da Disney. Quem diria que um carro branco pérola, modelo 1963, com alma de gente, pudesse mexer tanto com o imáginário infantil? Como fui criança nos anos 70, tive o prazer de assistir a todos os filmes desta série que foram exibidos no cinema, até 1980: Se meu Fusca falasse (1968), As novas aventuras do Fusca (1974), Um Fusca em Monte Carlo (1977) e A Última cruzada do Fusca (1980). O que muitos não sabem, é que o sucesso de Herbie não parou por aí. Entre o filme de 1980 e o recente, Meu Fusca Turbinado de 2005, uma curtíssima série de TV, chamada Herbie, the Love Bug foi levada ao ar nos Estados Unidos. Isto aconteceu em 1982, trazendo de volta o ator Dean Jones, mais uma vez no papel de Jim Douglas (o primeiro dono do carro), agora como um instrutor de Auto Escola. Infelizmente, este seriado não emplacou, sendo cancelado no quinto episódio. Os que foram ao ar, foram os seguintes: Herbie to the rescue, My house is your house, Herbie, the best man e Calling Doctor Herbie. Além desta rápida atração para a telinha, a Disney produziu em 1997, também para a televisão, o que seria a continuação de Se meu Fusca falasse. Com o nome de, The love Bug, o filme só foi lançado em VHS, trazendo Bruce Campbell, na pele de herói e piloto do fusquinha, além de uma envenenada e diabólica versão negra de Herbie, como vilão principal. Mais uma vez, o veterano ator Dean Jones, reaparece neste telefilme, em seu eterno papel de Jim Douglas. Para completar a matéria, não podemos esquecer que a primeira aventura de Herbie, Se meu Fusca falasse, foi transformada em Quadrinhos e publicada no Brasil na edição de 1973 da revista Festival Disney/Disney on Parede. Já falamos disso no blog em postagem anterior. Se você gostou da matéria, confira o pequeno vídeo que fiz, utilizando técnicas de Stop Motion e conheça a minha miniatura animada do Herbie. Foram os sete segundos mais trabalhosos de minha vida. Levei umas três horas ou mais, para realizar este filmete.

Por PH.


De todos os brinquedos que tive quando era criança, nenhum deixou mais saudades, do que o boneco do Homem de Seis Milhôes de Dólares. Foi em 1977 que ganhei de presente de meus pais, este ícone, que na minha opinião, deixou muitos bonecos do Falcon, no chinelo. Como não foi produzido aqui e só se achava importado, era uma peça muito cobiçada. Hoje em dia, virou raridade, podendo custar uma pequena fortuna. Não sei onde foi parar o meu, mas guardo com muito carinho, as emoções que esta peça de minha infância trouxe. Lançado em 1975 pela Kenner Toys, que também produziu um boneco similar da Mulher Biônica, foi um sucesso, a exemplo do seriado de TV The Six Million Dollar Man. Uma lente na parte traseira da cabeça do boneco, simulava a visão telescópica do Coronel Steve Austin. Acionando-se um botão em suas costas, seu braço direito mexia e podia pegar pequenos acessórios. O braço possuía ainda, um pedaço de pele plástica que podia ser levantado parcialmente, revelando componentes biônicos internos. Em 1976, um set inteiro, inflável, passou a ser vendido separadamente, com vários outros incríveis ítens. Esses, eu nunca vi por aqui. Se tivesse encontrado, certamente teria enchido o saco do meu pai para que comprasse pra mim. Compra, Pai! Compra!


O seu Repórter dos Seriados PH, visitou recentemente, os Estúdios da Universal, em Orlando na Flórida e preparou este vídeo que dá uma ideia do que é este famoso parque temático americano. Imperdíveis, são as atrações dos Simpsons e Shrek. Dois incríveis simuladores que levam o espectador ao delírio. Em Shrek 3-D, nos unimos a este hilário ser verde, ao Donkey e à Princesa Fiona, para viver uma grande aventura. É emoção garantida! Chegamos a sentir água em nossos rostos e cheiros, o que nos faz interagir ao máximo com o brinquedo. Vale à pena visitar estas e todas as outras atrações deste complexo. Não perca!!! Em breve, você verá aqui, uma matéria sobre o Parque Hollywood Studios, antigamente, chamado de MGM. Também mostraremos o que andamos aprontando na Disney. Aguarde!!!




Já falamos aqui no blog de Perdidos no Espaço em desenho animado, uma produção de Hanna-Barbera, quase desconhecida dos brasileiros. O que muita gente não sabe, é que esta série também virou Gibi nos Estados Unidos. Isto aconteceu nos anos 60, quando a Editora Golden Key/Western Publishing, publicou vários sucessos de Irwin Allen em Quadrinhos, como O Túnel do Tempo, Terra de Gigantes e Viagem ao Fundo do Mar, mas por incrível que pareça, não tinha editado nada de Perdidos no Espaço. A razão para este contra-senso, estava no fato de já produzir uma revista chamada "Swiss Family Robinson" (Família Robinson Suiça), desde 1962. Este Gibi, no qual uma família vivia incríveis aventuras espaciais, possuía apenas quatro personagens principais e diferentes da série de TV. Eram eles: Craig Robinson, sua esposa June, e seus filhos, Tim e Tam. O Doutor Smith e o Robô B-9, simplesmente, não existiam nesta versão. Os Robinsons, viviam numa estação espacial chamada K-7, e não em uma espaçonave como na televisão. Alguns, chegaram a afirmar que foi esta revistinha que inspirou Irwin Allen a realizar o seu famoso programa Lost in space. Isto nunca chegou a ser confirmado, mas o fato é que em 1966, durante o segundo ano de exibição do programa, o Gibi passou a se chamar "Space Family Robinson: Lost in Space". Da mesma forma, mudou de novo para "Lost in Space on Space Station One", quando o seriado foi cancelada em 1968. Houve, talvez, um certo receio em associar o fim da atração da TV com a Revista em Quadrinhos. Ironicamente, a partir desta data, os personagens de papel passaram a ficar bem mais parecidos com seus irmãos da telinha. No Brasil, a Editora O Cruzeiro, lançou em 1968, uma revista chamada "A Família Robinson, Perdidos no Espaço", mas não sabemos nada sobre seu conteúdo ou se teve algo a ver com as publicações da americana Gold Key. De qualquer maneira, torcemos para que algum dia, alguém se interesse em editar este material em português. Lost in Space® is ©2010 Space Productions. All rights reserved. Lost in Space® is a registered trademark of Space Productions licensed by Synthesis Entertainment.


Muitos, talvez não se lembrem, mas esta série passou na Rede Globo, nas tardes mágicas dos anos 70. Tabitha ou Tábata, como ficou conhecida por aqui, era uma espécie de continuação de sua antecessora, A Feiticeira. Exibida entre 1977 e 1978, mostrava a filha de Samantha e James Stephens (Darrin Stephens no original), já adulta. Ao contrário do que se imagina, esta comédia não estrelou a mesma atriz, Erin Murphy, que participou de seis temporadas como Tabhita, em A Feiticeira. Isto aconteceu, pelo fato de Erin ainda ser muito pequena para viver uma adulta, afinal, Bewitched havia acabado há apenas cinco anos. Para viver o papel da jovem bruxinha, foi escalada Lisa Hartman, uma linda garota, morando em Los Angeles, trabalhando em TV e ainda aprendendo a controlar seus poderes mágicos. Também estava de volta, o seu irmão Adam, vivido pelo ator David Amkrum. Robert Urich que mais tarde encarnaria o policial James Street de S.W.A.T., aparecia como o galã pelo qual a filha da Feiticeira era apaixonada. Alguns personagens antigos foram convidados para integrar esta produção: Bernard Fox como o irritante Doutor Bombay e George Tobias e Sandra Gould, na pele do casal Kravitz. Este Sitcom apresentava ainda, Dick Wilson e seu eterno personagem bêbado que pensava sofrer de alucinações, ao ver as feitiçarias de Samantha, no seriado original dos anos 60/70. Ele continuou a sofrer do mesmo jeito, só que dessa vez, com as diabruras da filha da Feiticeira. Desta sequência, não participaram Elisabeth Montgomery e Dick Sargent, os pais de Tabitha. Estes, eram apenas mencionados, uma vez ou outra. A novidade ficou por conta de Tia Minerva (Karen Morrow), que auxiliava sua sobrinha, sempre que ela se metia em apuros. É bom lembrar que esta nova bruxa não fazia parte da história oficial. Infelizmente, devido às baixas audiências, o programa foi cancelado, sendo o último episódio, exibido nos Estados Unidos em 14 de janeiro de 1978. Eu simplesmente adorava este seriado, que se não me engano, passava no horário das 17:00hs. A televisão em cores, pelo menos lá em casa, ainda era uma novidade. Além do mais, tinha uma grande curiosidade em saber o que teria acontecido com as crianças Stephens. Quem quiser, pode encomendar pela internet, o box importado com os dvds deste simpático cult dos anos 70, incluindo todos os episódios. Infelizmente, é mais um série, sem data para lançamento no Brasil.

Por PH.


































Chegou a hora de relembrarmos um fenômeno de audiência dos anos 70. Produzida entre 1974 e 1978 pela rede de televisão americana ABC, a série The Six Million Dollar Man, ficou conhecida no Brasil como O Homem de Seis Milhões de Dólares. O seriado contava as aventuras do Coronel da Força Aérea americana e astronauta, Steve Austin, interpretado pelo ator Lee Majors, na época, casado na vida real com a pantera Farrah Fawcett. Steve, após sofrer um grave acidente aéreo e ficar seriamente ferido, recebe um olho, um braço e duas pernas biônicas. Assim que se recupera, ganha poderes muito acima da média de um ser humano e passa a trabalhar como agente secreto para o governo americano. O militar consegue correr a grandes velocidades e saltar muito alto. Seus olhos funcionam como um binóculo extremamente potente e ele é capaz de enxergar a longas distâncias. Seu chefe imediato era Oscar Goldman que costumava mandar Steve para as missões mais perigosas, ao redor do planeta. O programa teve sua estréia na TV Tupi, no horário das 20:00 h, foi reprisado na Globo nos anos 80 na faixa horária das 17:00 h e por último, na Bandeirantes nos anos 90, quando passou na parte da tarde.
Também fez parte da grade de programação do canal a cabo USA nos anos 2000. Este hit televisivo gerou uma outra série a partir de 1978, chamada A Mulher Biônica. Coube a Lindsay Wagner, interpretar a tenista profissional Jaime Sommers que também se torna agente secreto ao se acidentar num salto de paraquedas. A diferença para seu antecessor, estava na audição de Jaime que era muito aguçada. Isso, devido a um implante biônico em seu ouvido, que a permitia ouvir sons que uma pessoa normal, jamais conseguiria. Tanto o Homem Biônico como a Mulher Biônica, inpiraram três tele-filmes, datados de 1987, 1989 e 1994. Neste último, a dupla finalmente se casa. Além de ter sido sucesso mundial na televisão, The Six Million Dollar Man também acabou virando Revista em Quadrinhos. O Gibi foi editado nos Estados Unidos, de maneira irregular, pela Charlton Comics entre 1976 e 1978, num total de 9 exemplares. Felizmente, todo este material foi publicado no Brasil pela Bloch, num tamanho um pouco menor do que o dos originais americanos. A revista era vendida num papel de qualidade muito ruim, como era comum nas publicações desta editora na época, mas temos que elogiar a iniciativa deste selo que trouxe a saga quadrinizada do herói biônico para terras brazucas. Em 1979, a Ebal (Editora Brasil América) também levaria às bancas, mais uma tentativa de popularizar O Homem de Seis Milhões de Dólares e a Mulher Biônica de papel. Neste ano, cada um ganhou sua própria e única revistinha. Por falar em Mulher Biônica, a NBC/Universal, chegou a produzir em 2007, uma nova série da heroína, Neste remake, um terrível acidente automobilístico deixa Jaime Sommers (Michelle Ryan) à beira da morte e sua única esperança de sobrevivência seria uma nova e ultra-secreta tecnologia. Infelizmente, o seriado foi cancelado em 2008, ao final de apenas uma temporada, em virtude da baixa audiência. Quem quiser matar saudades dos filmes dos quais falamos, terá sérias dificuldades, já que estes, só estão disponíveis para venda em dvd, nos Estados Unidos, incluindo a última produção de 2007. Quem gravou da TV, pode estar certo de ter verdadeiras raridades em casa. Os Gibis também não ficam atrás, e são vendidos a preços bem salgados na internet. Eu tinha todos eles, mas um belo dia, sumiram.
Que prejuízo!!!!!

Por PH.

Em 1999, surgiu um novo parque temático em Orlando, com o nome de Islands of Adventure. Este novo empreendimento, foi parte de uma expansão da Universal Studios que criou também, o espaço de boates e restaurantes, conhecido como CityWalk. Recentemente, o seu Repórter dos Seriados PH, visitou este complexo formado por cinco ilhas, cheias de diversão e aventura. Entre elas, existe a Toon Lagoon, uma área destinada a crianças e a adultos, estrelando os personagens de King Features Syndicate e Jay Ward. A área baseia-se em atrações aquáticas, e é la que você deve ir, se quiser encontrar Popeye, Hagar, o Horrível, Betty Boop e outros famosos heróis dos desenhos animados e Quadrinhos. O vídeo a seguir, gravado e editado por PH, dá uma ideia do que é o lugar. Confira!!!



O Homem do Fundo do Mar foi uma série de televisão, criada em 1977 e se chamou em sua versão original, The man from Atlantis. São muitas as recordações que tenho deste programa, no qual um ser anfíbio com guelras, membranas entre os dedos e só podendo ficar 12 horas fora d’água, é encontrado quase morto numa praia. Quem o salva da morte, é a Doutora Elizabeth Merril, cientista de uma instituição de pesquisas aquáticas. Aparentemente sofrendo de amnésia, não consegue lembrar de suas origens. Sem nome, passa a ser chamado de Mark Harris e começa a realizar várias missões submarinas, em conjunto com a doutora e seu grupo. Este seriado fez sucesso apenas no Brasil e em países fora dos Estados Unidos, não emplacando em sua terra natal. Aqui, inclusive, chegou a ser lançada pela RGE, sigla de Rio Gráfica Editora, em formato de Gibi. Você, por acaso, lembra deste selo que passaria a se chamar Editora Globo em 1986? Foi ela que trouxe das terras do Tio Sam o material que se transformaria em duas edições em Quadrinhos deste herói submarino, em solo tupiniquim. Foram na verdade, sete revistas americanas editadas em 1978 e condensadas em dois volumes brasileiros que foram parar em nossas bancas de jornais. Bill Mantlo foi o responsável pelo texto e entre os desenhistas que trabalharam neste projeto, destacaram-se: Frank Robbins, Pablo Marcos e John Buscema. Lembro de ter comprado o número um que aparece na foto da matéria. A segunda edicão é bem mais rara e eu nunca vi. Se tiver alguma, guarde-a a sete chaves. Aproveitamos para disponibilizar um vídeo com a abertura do seriado, para você matar saudades deste personagem que nadava como uma minhoca das profundezas. PH, diretamente do fundo do mar para o Tu já viu.



Em tempos de Disney on Ice, me lembrei que quando era criança, cheguei a ir ao Maracananzinho, para um evento chamado Disney on Parade, do qual participaram vários personagens lendários desta bem sucedida franquia. Recordo que aproveitando este show itinerante, também apresentado em São Paulo e os então 50 anos da Disney, a Editora Abril lançou a revista que é tema deste artigo. Guardada com muito carinho desde esta época, foi um presente de meu pai, no ano de 1973. Eles, inclusive, fizeram questão de deixar uma dedicatória que só fez aumentar o valor sentimental desta edição. Com esta pequena reportagem, inauguramos mais um quadro em nosso blog. Sempre que pudermos, estaremos falando de Revistas em Quadrinhos históricas e há muito, esquecidas.

Usaremos o termo dissecar como forma de dizer que analisaremos a fundo, o conteúdo destas pérolas de nossas infâncias. No caso deste exemplar, relembraremos as histórias: O Aprendiz de Feiticeiro, Peter Pan, Se meu fusca falasse, A gata Borralheira, A Espada era a lei, Mogli e outras clássicas aventuras quadrinizadas. Citamos como fonte desta matéria jornalística, as informações conseguidas através do blog Planeta Gibi Blog.
Festival Disney/Disney on Parade foi lançada pela Editora Abril em 1973.
As imagens mostradas aqui, tem seus direitos reservados ao grupo The Walt Disney Company. All rights reserved.



Estamos de volta às matérias sobre o Islands of Adventure na Flórida. Em recente visita a este fantástico parque temático formado por 5 ilhas, o seu Repórter dos Seriados e aventureiro PH, teve o prazer de visitar a espetacular atração Jurassic Park. Essa ilha é baseada na série de filmes do cinema de mesmo nome. Seus pontos fortes são: Jurassic Park River Adventure e Pteranodon Flyers. No Jurassic Park River Adventure fizemos um passeio emocionante através de um rio do tempo dos dinossauros, onde encontramos os famigerados monstrengos em tamanho natural. É uma experiência fascinante que pode acabar em roupas molhadas. Vá preparado!! Em Pteranodon Flyers é possível andar num teleférico como cara de Pterodonte. Este é um brinquedo destinado às crianças, mas bem que conseguimos dar um jeito de experimentá-lo. Durante o vôo, dá para se ter uma ótima visão de todo o complexo Islands of Adventure que fica ao lado da Universal Studios. Depois de aproveitar aos máximo a adrenalina de Jurassic Park, conferimos uma exposição científica sobre dinos em Jurassic Park Discovery Center e ainda tivemos tempo para algumas brincadeiras no final. Tudo isto e muito mais, está no vídeo a seguir.


Outro dia, acordei pensando no que poderia escrever ou que filme poderia produzir. Estava meio sem inspiração para começar a trabalhar. De repente, olhei para uma estante da minha casa, onde guardo muitas Revistas em Quadrinhos, bonecos e coisas do gênero e imaginei que ela, por si só, já seria um assunto bem interessante. Este é apenas um dos lugares cheios de memorabilia de seriados e gibis que possuo. Tenho 45 anos de idade e nenhuma vergonha em dizer que mesmo depois de adulto, guardo com muito carinho, tudo que diz respeito à minha infância. Acho que um homem sem passado não é nada. É por isso que faço questão de preservar este meu lado infantil que creio, nunca desaparecer. Temos todos uma criança interna, embora muitos a ignorem por completo. Resolvi então, produzir um vídeo, cujo nome, não podia ser outro: Se minha estante falasse.......

Por PH.



E já que o nosso último assunto do blog, foi X-Men, nada melhor do irmos para os Estados Unidos, terra destes incríveis mutantes e de vários outros personagens famosos dos gibis. Recentemente, o Repórter dos seriados PH, o mesmo do extinto programa TOP TV, visitou os Estúdios da Universal na Flórida e conheceu uma parte deste parque, chamada de Islands of Adventure. Este é o mais avançado centro de diversões do mundo, formado por 5 ilhas temáticas. Entre várias atrações, existe uma área específica para os heróis da Marvel Comics. Neste fantástico espaço, é possível estar lado a lado com vários famosos heróis dos Quadrinhos e desenhos animados, como o Homem Aranha, Wolverine, X-Men e muitos outros. Além de simuladores, montanhas russas radicais, entre elas a do Hulk que é animal, é possível visitar lojas que vendem de tudo sobre este universo. É isto que verão aqui, em mais uma matéria exclusiva do blog www.tujaviu.com.



Voltamos a falar do universo Marvel e mais uma vez, do grupo de mutantes X-Men que já haviam encontrado o Príncipe Namor, em matéria anterior. O alvo desta nova reportagem, é o desenho X-Men Animated Series. Criado em 1992 e produzido por Larry Houston, foi exibido pela FOx, chegando a passar no Brasil. Estão lá neste desenho, todos os famosos personagens desta turma tão querida dos super-heróis: Ciclope, Wolverine, Tempestade, Professor Xavier, Gambit, Vampira,Fera, Jubileu e Jean Gray. A série durou 5 temporadas, num total de 76 episódios, alcançando uma expressiva audiência e só terminou em 1997. Com locução de PH, Apresentação de Fabíola Vilanova e produção de Richard Kiaw e Pedro Peixoto, fiquem com mais um fragmento de um programa TOP TV, direto dos anos 90, para o Tu já viu.




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